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Conheça 23 falsos cognatos em espanhol!

Todo aluno que estuda uma língua estrangeira já ouviu falar dos famosos falsos cognatos. São palavras escritas de maneira semelhante em dois idiomas, mas com significados distintos, às vezes completamente diferentes. Para quem fala português, os falsos cognatos em espanhol são os mais abundantes por causa da grande semelhança entre as duas línguas.

Por isso, saber diferenciar os falsos cognatos dos verdadeiros cognatos é muito importante. Além do uso equivocado deles poder gerar falhas na comunicação, esse conhecimento costuma ser cobrado em provas de proficiência em todo o mundo. Nesse post você vai aprender quais são os falsos cognatos em espanhol mais comuns para não cair mais em pegadinhas de prova. Boa leitura!

Falsos cognatos em espanhol

  • Acordar: acordar em espanhol não é sinônimo de despertar, e sim de recordar. Acordar significa lembrar-se de algo.
  • Alejado: alejado não se refere a uma pessoa com deficiência, como é pejorativamente usado (cada vez menos) no português, mas um lugar distante, afastado.
  • Apellido: no Brasil apelidos são formas carinhosas de se referir a alguém, muitas vezes no diminutivo: Beatriz vira ‘’Bia’’, por exemplo. Já em espanhol apellido é sobrenome.
  • Borracha: borracha é traduzido como bêbada, e não aquele objeto branco e tradicional que usamos para desmanchar a escrita de lápis.
  • Goma: goma significa borracha, e não um sinônimo de chicletes.
  • Almohada: almohada lembra muito almofada, não é mesmo? No entanto, essa palavra significa travesseiro na língua espanhola.
  • Embarazo: quando uma pessoa fala que uma mulher está embarazada, ela não se refere a uma pessoa confusa, e sim a uma mulher que está esperando um bebê.
  • Bolso: bolso em espanhol significa bolsa
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  • Enojar: quando uma pessoa esta enojando a outra, ela está a aborrecendo, e não a deixando com nojo.
  • Polvo: certamente a primeira imagem que vem à cabeça é a de um animal cheio de tentáculos. No entanto, polvo em espanhol significa poeira ou pó.
  • Berro: em português berro é um tipo de grito estridente. Em espanhol, é nada mais nada menos que agrião.
  • Cachorro: cachorro é o termo usado para se referir a filhotes de qualquer espécie no espanhol.
  • Perro: já perro significa cachorro, e não pêlo.
  • Crianza: essa palavra não faz referência a crianças, e sim a alguma criação.
  • Asignatura: asignatura se assemelha muito a assinatura, mas na verdade quer dzer matéria ou disciplina.
  • Palco: é a palavra para camarote em espanhol
  • Despido: quando uma pessoa diz estar despida em espanhol, ela quer dizer que foi demitida.
  • Jubilado: uma pessoa jubilada não foi expulsa, mas aposentada.
  • Pipa: pipa é o mesmo que cachimbo
  • Raro: raro não é sinônimo de especial, e sim de estranho. Dizer que algo é raro é como dizer que algo é esquisito!
  • Rato: rato não é uma palavra para o pequeno animal acinzentado que conhecemos no português. Em espanhol, rato é o equivalente a momento.
  • Rojo: a palavra lembra a cor roxa, mas na verdade rojo significa vermelho.
  • Zurdo: uma pessoa zurda não é surda, e sim canhota.

É possível perceber que há inúmeros falsos cognatos entre a língua portuguesa e a espanhola. No entanto, não há somente um método para decorar todos. A nossa dica é sempre procurar saber o significado de uma palavra quando ela parecer ser a mesma em duas línguas diferentes.

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informações espanhol

Entenda o que as empresas buscam em um novo profissional

Se o mercado de trabalho já era concorrido antes da crise econômica, atualmente as empresas estão fazendo apenas contratações estratégicas e pontuais. E para ter chances reais no sonhado emprego, um candidato precisa não apenas preencher os pré-requisitos. O candidato precisa saber o que as empresas buscam.

Além de habilidades técnicas e comportamentais, o novo profissional em busca de uma oportunidade de trabalho deve também demonstrar que é antenado e possui forte capacidade de adaptação.

Quer saber mais um pouco desta mistura perfeita de conhecimentos e atitudes que as empresas estão procurando? Então continue lendo e comece a se preparar!

Afinal, o que as empresas buscam em um novo profissional?

Capacidade de cativar a equipe

Um pensamento limitado atribui a tarefa de incentivo aos líderes de uma equipe, mas a verdade é que todo profissional pode engajar e cativar os colegas, inclusive o próprio gestor.

Para isso, o profissional deve demonstrar paixão pelo que faz. Deve comemorar os resultados e encarar os desafios que receber, isso o torna envolvente. Este perfil profissional é o que as empresas buscam, por saber que ele fará a diferença não só em sua função, mas na motivação de toda a equipe.

Profissional comprometido

Existe uma diferença entre ser comprometido e ser leal. O profissional comprometido com a empresa, zela pela eficiência e o resultado final de seu trabalho, mesmo que em determinado momento ele deixe de integrar a equipe.

O profissional leal defende com unhas e dentes a empresa que trabalha, sente muito orgulho e tem como meta pessoal se aposentar na instituição. Mas esse firme propósito nem sempre o desafia a fazer mais e melhor, e isso é visto negativamente pelas empresas como comodismo.

Ótima comunicação

Hoje em dia, é preciso ser mais do que bom na hora de se comunicar, é preciso ser ótimo!

Existem diversos canais e formatos de comunicação. Além disso, a conectividade do mundo exige habilidades linguísticas avançadas e atestadas por certificados de proficiência, como o TOEIC, e o profissional deve passear por esses canais com naturalidade.

Isso porque o mundo dos negócios gira em torno da comunicação e, além de saber transmitir informações precisas para outros setores da empresa, o profissional deve comunicar com o mercado que atua, muitas vezes sendo fundamental o inglês fluente.

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Equilíbrio emocional

A influência, positiva ou negativa, do estado emocional é facilmente percebida no ambiente de trabalho, e como o mundo dos negócios é muito concorrido, sempre haverá pressão para melhores desempenhos.

O novo profissional deve saber canalizar essa pressão e direcioná-la positivamente, assim como separar os ambientes profissional e pessoal.

Pensamento inovador

A famosa atitude de “pensar fora da caixa” não é mais um diferencial, mas um pré-requisito para as empresas. Até em áreas extremamente regulamentadas e com procedimentos rígidos, um pensamento inovador permite estudar melhorias de performance.

Aplicar conhecimentos externos que podem agregar valor ao negócio, muitas vezes aprendidos em intercâmbios e oficinas de conhecimento, é uma forma de manter a empresa à frente da concorrência local e se conectar com mercados internacionais.

O que as empresas esperam do currículo?

No currículo do profissional, além do registro de cursos e certificados, a empresa busca informações sobre a personalidade do profissional em relação ao seu trabalho. Além disso, procuram identificar, também, a vontade de se desenvolver constantemente.

A informação de empregos anteriores pode oferecer uma boa ideia sobre o comprometimento do profissional com seus resultados e sua capacidade de liderança, caso ele tenha sido promovido a algum cargo gerencial e tenha permanecido nele por um bom período, por exemplo.

Além disso, cursos em desenvolvimento são vistos de forma positiva, pois além de mostrar que o profissional em breve terá o conhecimento de outra língua, certificado ou diploma, também confirma que ele está com constante desenvolvimento e em busca da sua melhoria contínua.

Depois de saber o que as empresas buscam, é preciso fazer outra reflexão: o que você busca no seu próximo emprego? Esta resposta é igualmente importante como a primeira, pois se você não se realizar profissionalmente na empresa, a experiência poderá ser improdutiva para todos.

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Guia de diferenciais para a carreira

Saiba como praticar o seu inglês cozinhando!

Precisando tirar um tempinho para praticar inglês, mas a rotina corrida e o cansaço no fim do dia não te deixam se dedicar aos livros como você gostaria? Então que tal se esquecer deles e praticar inglês cozinhando? Para quem pilota o fogão diariamente ou só é chef de final de semana mesmo, separamos hoje 5 dicas para estudar inglês do jeito mais gostoso possível! Pegue seu avental e venha ver:

1. Se ligue nos verbos mais usados na cozinha

Antes de mergulhar nos blogs, vídeos e livros de receitas em inglês, vale a pena fazer uma revisão rápida dos verbos relacionados à culinária para não ficar perdido. Confira alguns dos principais:

  • Antes de ir ao fogão: lavar (to wash), descascar (to peel), escorrer (to drain), secar (to dry), picar (to chop), fatiar (to slice), temperar (to season), moer (to mince), picar em cubinhos (to dice), ralar (to grate).
  • Na hora do cozimento: assar no forno (to bake), fritar na frigideira (to fry ou stir fry), fritar no óleo (to deep fry), grelhar (to grill), derreter (to melt), ferver (to boil), cozinhar no vapor (to steam), reduzir (to reduce ou to simmer).
  • Para massas líquidas: bater (to beat ou whisk), despejar (to pour), incorporar (to fold in ou incorporate), peneirar (to sieve), misturar (to mix).

Na dúvida, dê um CTRL + F aqui no post na hora de fazer suas receitas ou confira um bom glossário culinário on-line!

2. Conheça as medidas usadas lá fora para praticar inglês cozinhando

Nem sempre as medidas que a gente usa aqui no Brasil correspondem exatamente àquelas usadas nas receitas em inglês, sabia? Veja só:

  • Cups, nas receitas, não são exatamente as nossas xícaras, ok? A medida equivale a um copo americano ou 250ml.
  • As colheres também têm um tamanho mais preciso: uma tablespoon (ou colher de sopa) tem 15ml, e a teaspoon (colher de chá) tem ⅓ disso, ou seja, exatamente 5ml.

Também são usadas medidas em gramas, onças e libras, para as quais pode ser legal ter uma balança, mas você sempre também pode consultar tabelas de conversão na internet!

3. Não tenha medo das substituições

Só falta dar mais um aviso antes de você começar a praticar inglês cozinhando: como os ingredientes disponíveis no Brasil e em outros países costumam variar um pouquinho, pode ser que você precise fazer algumas substituições para que a receita dê certo.

Geralmente, uma busca rápida pelo Google ajuda a encontrar diversos substitutos para aqueles itens difíceis de achar aqui. Neste site, por exemplo, você também encontra algumas dicas e informações bem completas, que vão te ajudar inclusive a aprender palavras novas!

4. Assista à vídeos para melhorar o vocabulário e a escuta

Olhar as palavras que você não conhece no dicionário em uma receita escrita é um ótimo jeito de estudar, mas e se no lugar disso você já pudesse aprender vendo? Pois com as receitas em vídeo, você pode!

Além de mostrarem o significado das palavras na prática, os vídeos também melhoram seu listening e são uma ótima fonte do inglês falado pelos nativos. O canal FoodTube, do Jamie Oliver, por exemplo, é cheio de receitas e até vídeos só com dicas!

5. Divirta-se e delicie-se!

É claro que a ideia de seguir receitas em inglês é praticar o idioma, mas isso não quer dizer que você não deva aproveitar o momento para chamar os amigos, preparar seu prato preferido e se divertir muito no processo! Aliás, é se divertindo que aprendemos mais, por isso não economize nas risadas, viu?

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Guia de tempos verbais em inglês

Inglês para viagens: 5 dicas para não passar perrengues

Finalmente, aquela viagem internacional tão sonhada está chegando! A expectativa é tão grande que pode até atrapalhar o sono do viajante. Afinal, muita gente gostaria de conhecer outros países. Mas, um certo detalhe pode ser motivo de preocupação: o inglês para viagens.

O inglês é uma das línguas mais faladas em todo o mundo, mas, se você não o domina, saiba que aprender inglês para viagens não é um bicho de sete cabeças. Dedicando um pouquinho do seu tempo ao estudo de algumas palavras e frases prontas, já será possível sobreviver em terras de língua inglesa. Para facilitar a sua vida, reunimos cinco dicas que vão funcionar como guias nesse processo.

1- Seja educado

Antes de viajar para algum país, cai bem estudar aquelas palavras e expressões bem básicas que mostram que você é uma pessoa educada: aprenda a dar bom dia (“Good morning”), a pedir licença (“Excuse me”), a pedir por favor (“Please”), a agradecer (“Thank you”), a se desculpar (“Sorry”), a perguntar como vai (“How are you?”), a dizer muito prazer ao conhecer alguém (“Nice to meet you”) etc. Usando essas palavras “mágicas”, você gera uma aproximação com o nativo e, mesmo que ele não o compreenda, ficará mais inclinado a ajudar.

2 – Atenção à Imigração

Quando fazemos uma viagem internacional, obrigatoriamente, temos que passar pela Imigração. O agente vai fazer algumas perguntas em inglês e, quanto mais desenvoltura você tiver nas respostas, menos chances terá de ser barrado. Pesquise bastante sobre quais os tópicos mais comuns e ensaie suas respostas. Normalmente, as perguntas básicas são:

Qual o motivo da viagem? (“What is the purpose of your visit?”)

Quantos dias você ficará no país? (“How long are you staying?”)

Onde você se hospedará? (“Where are you staying?”)

Quanto dinheiro em espécie você está trazendo? (“How much money in cash are you bringing with you?”)

3 – Mova-se com tranquilidade

Faça uma apuração sobre os meios de transporte que você utilizará até o seu destino e durante sua estadia, como avião, metrô, ônibus ou trem. Aprenda os termos que podem ajudá-lo a se localizar nas estações e nos aeroportos, como direita (right), esquerda (left), saída (exit), embarque (boarding), cartão de embarque (boarding pass), portão (gate), estação de trem (railway station), metrô (subway/underground), “cuidado com o vão” (mind the gap), etc. Aprenda perguntas úteis, como:

“Quanto custa a passagem?” (How much is the ticket?)

“Onde eu posso pegar um táxi?” (Where can I get a taxi/cab?)

4 – Não passe fome

Algumas expressões podem ajudá-lo a não comer somente fast food. Nos restaurantes, pergunte a recomendação do garçom (“Would you recommend something to eat, please?”). Olhe com atenção o cardápio  possivelmente, você reconhecerá alguns pratos. Para pedir a conta, use: “Can we have, the check, please?” (Podemos ter a conta, por favor?). Não esqueça a gorjeta: “Please, keep the change” (Obrigado. Fique com o troco).

5 – Esteja sempre preparado com o inglês para viagens

As viagens são feitas para serem inesquecíveis, mas incidentes podem ocorrer. Tenha sempre à mão números de telefone úteis, como o do Itamaraty, da polícia, dos bombeiros, etc. Anote também frases como “Com quem estou falando?” (Who am I speaking to?) e “Você poderia repetir mais devagar, por favor?” (“Could you repeat that slowly, please?”).

Em pouco tempo, é possível garimpar e estudar essas dicas. Quanto melhor você se preparar, melhor será o seu “inglês para viagens”. Quando retornar, você perceberá a importância do idioma para a vida das pessoas e para a comunicação global, e certamente ficará tentado a dominar a língua inglesa.

E você? Tem alguma outra dica de inglês para viagens? Compartilhe conosco nos comentários!

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5 dicas infalíveis para aprender inglês ouvindo música

Procurando uma nova maneira de aprender um idioma? Que tal aprender inglês ouvindo música? Assim como filmes e séries, a música é uma linguagem universal e pode ser uma maneira divertida de estudar o idioma. Ela nos ajuda a melhorar o vocabulário e a gramática, a aprimorar nossa ortografia e a desenvolver habilidades linguísticas de leitura, escrita, fala e escuta por meio de suas melodias e letras envolventes.

É hora de colocar os livros de lado por enquanto e soltar o som. Confira essas 5 dicas infalíveis que te ajudarão a aprender o idioma rapidinho!

1. Aprender inglês ouvindo música

Você não precisa ir longe para escolher qual música ouvir. A dica é começar com as músicas internacionais que você já escuta. Escolha alguns de seus artistas favoritos e ouça suas músicas em inglês repetidas vezes. Muitas delas nos emocionam e criam um ambiente propício para o aprendizado eficaz, estabelecendo um vínculo entre a letra e nossos sentimentos. Assim, você vai se acostumando a ouvir a língua e não só os ritmos e as melodias, treinando e melhorando o listening.

2. Decifre o que está por trás das letras

Além de prestar bastante atenção ao ouvir, outra maneira de aprender inglês ouvindo música é traduzir as letras. Procure-as na internet sem a tradução e acompanhe enquanto escuta. Provavelmente, haverá palavras que você ainda não conhece, então use o dicionário e ferramentas online de tradução e comece a decifrar, você mesmo, o que fala a canção. Isso resultará num grande aprimoramento do seu vocabulário, do reading e também do writing, sem contar que você não vai mais ficar cantando a música no chuveiro sem entender o significado.

informações inglês

3. Quem canta, seus males espanta

Outra dica infalível é brincar de karaokê. Ele não é apenas uma ótima maneira de fingir que você é uma estrela musical, mas também uma forma de praticar o speaking: o ritmo naturalmente leva a melhor pronúncia, melhor entonação e melhor fluência. Depois de um tempo, você vai perceber que está começando a memorizar a letra, então estará pronto para dar o próximo grande salto: cantar a música sem olhar a letra.

4. Seja o compositor do seu conhecimento

Se você toca um instrumento musical ou mesmo apenas gosta de cantar, por que não escrever a sua própria canção em inglês? Não se preocupe muito em cometer erros de gramática. As letras de músicas são muito parecidas com poemas e, assim, muito flexíveis. Esse é um ótimo exercício, pois, fazendo isso, você mostra seu lado criativo, melhora a escrita e ainda estimula a memória a buscar palavras e seus significados e colocá-las em contexto, fixando-as ainda mais.

5. Pratique bastante

Não adianta você seguir essas dicas uma vez ou outra e achar que vai se tornar o expert do inglês. Fazer disso um hábito constante é fundamental para aprender o idioma. Lembre-se de que tudo nessa vida é prática e, assim, quando menos esperar, estará craque!

Se você quer aprender inglês para aquela viagem especial, conversar com os amigos ou até entrar no mercado de trabalho, aperte o play! Com a música, você se sente relaxado e conectado para aprender qualquer idioma, indo além das letras e mergulhando de cabeça na cultura de um povo e no aprendizado de maneira mais divertida.

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6 filmes incríveis para aprender italiano

Existem muitas maneiras de se aprender uma língua estrangeira e é sempre importante encontrar uma área de interesse na qual você possa investir e se dedicar. Para quem está buscando aprender italiano (e mesmo para aprender outras línguas estrangeiras), uma boa dica é apostar em filmes para aprender italiano, que permitem conhecer o vocabulário e treinar a compreensão auditiva.

Para ajudá-lo a começar os estudos, selecionamos seis filmes que já podem contar como horas de estudo de italiano e que proporcionarão todo o encantamento que o cinema é capaz de trazer.

1. Cinema Paradiso (1988)

Clássico italiano, Cinema Paradiso é uma homenagem apaixonante ao cinema como arte. Totó (Salvatore Cascio), um menino de origem humilde, torna-se amigo de Alfredo (Philippe Noiret), projetista do Cinema Paradiso, o único da cidade. Ambos constroem uma amizade no desenrolar das projeções e o menino se interessa pelo universo cinematográfico. Totó se apaixona pela filha do banqueiro, mas acaba sofrendo uma desilusão amorosa que o força a ir embora para Roma. 30 anos depois, Salvatore (Jacques Perrin) retorna à cidade ao ter conhecimento da morte de Alfredo e descobre que o cinema será destruído para dar lugar a um estacionamento.

2. La vita è bela (1997)

Outro clássico do cinema, A vida é bela é emocionante. O roteiro conta a história de Guido (Roberto Benigni), um judeu que se casa com a mulher de sua vida (Nicoletta Braschi) e com ela tem um filho (Giosuè Orefice). O problema é que a família vive em plena Segunda Guerra Mundial e Guido e a criança são levados para um campo de concentração. Lá, para proteger o filho, o pai faz de tudo para convencer o pequeno de que tudo se trata de uma grande brincadeira e aquele que conseguir resistir até o final receberá um prêmio. Aclamado pela crítica e vencedor de três Oscars, La vita è bella é uma opção imperdível para quem quer conhecer mais a língua italiana e ainda se emocionar com uma boa história.

3. Manuale D’Amore (2006)

Uma comédia sobre o amor retratada em quatro fases e com quatro personagens diferentes. Em “A paixão”, conhecemos uma história de amor não correspondido, mas que acaba em casamento. “A crise” mostra a história de um casal que está em crise conjugal e a tentativa da mulher para salvar o casamento. Em “A traição”, a esposa vive um casamento feliz, embora nutra o desejo de trair o marido com o vizinho. Quando descobre que seu marido a engana com a professora do filho do casal, ela decide planeja uma curiosa vingança. E em “O abandono”, um marido tenta superar o abandono da esposa. Várias histórias em um só filme que retratam as várias facetas das relações humanas.

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4. Vincere (2010)

Vincere reconta a história de Benito Mussolini (Filippo Timi) quando ainda era um jovem jornalista. O filme mostra Mussolini no período em que começou a desenvolver as ideias que dariam origem ao partido fascista. Mostra ainda a colaboração de Ida Dalser (Giovanna Mezzogiorno) na criação do partido. Os dois têm um filho, mas Mussolini desaparece por conta da Primeira Guerra Mundial. Quando volta, já está casado com Rachele (Michela Cescon). Ida passa então a vida tentando convencer a todos de que é a primeira esposa daquele que se tornou o primeiro-ministro da Itália. Uma boa opção para aprender italiano e conhecer mais a história da Itália.

5. La grande bellezza (2013) é um dos mais importantes filmes para aprender italiano

Aclamada produção que retrata a história do escritor Jap Gambardella (Toni Servillo), que passa por uma pausa criativa. O escritor busca em sua memória momentos da juventude para encontrar inspiração para uma nova obra. La grande bellezza é uma ótima maneira de se divertir e aprender italiano ao mesmo tempo.

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6. Mia madre (2015)

Mia madre conta a história de Margueritha (Margueritha Buy), uma diretora de cinema que vai começar a produção de mais um filme. Mas ela precisa conciliar esse novo projeto aos problemas de sua vida pessoal, como a doença da mãe (Giulia Lazzarini) e o fim de um relacionamento amoroso.

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O que significa “Hotline”?

Hey everyone! Um dos maiores desafios de aprender uma nova língua é entender expressões nativas. Muitas vezes as frases são lidas de forma literal e acabam não fazendo sentido. Um bom exemplo é a palavra que ensinaremos hoje: Hotline.

A expressão hotline ficou famosa depois do hit “Hotline Bling” do rapper Drake, mas você sabe o que significa “Hotline”? Linha quente???

Embora não tenha uma tradução exata, essa palavra significa “linha direta”, “linha de emergência” ou “linha de atendimento rápido”.

A origem da palavra vem de telefones utilizados pelo governo dos Estados Unidos e da Rússia durante a guerra fria, o famoso telefone vermelho. Agora entenda seu significado!

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Este é o “Moscow-Washington Hotline”, utilizado na guerra fria

O Hotline era um non-dial phone (telefone sem botões) ligado de ponta a ponta com outro telefone idêntico.

O telefone não tinha botões para que a ligação fosse feita imediatamente a outra ponta, já que os Hotlines eram usados em casos de emergência.

Ps.: Vocês estão lembrados do telefone das meninas super poderosas? No original, o telefone é chamado de “Powerpuff Hotline” e tem todas as características do original, sem botões, e ligado de ponta a ponta com o telefone do prefeito.

hotline

Hoje em dia a forma mais comum de encontrar a expressão “Hotline” é em números de emergência, como polícia, bombeiro ou assistência médica e psicológica:

Please call our emergency hotline: 911“ — por favor ligue na nossa linha de emergência: 911.

Para emergências também são utilizadas expressões como “helpline”, “lifeline” ou apenas “emergency line”.

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Este é o atendimento de emergência dos Estados Unidos, o tão conhecido 911

 

Embora não seja tão comum, a expressão também é utilizada para ligações de atendimento rápido ou 24h, como canais de vendas.

“Call our hotline right now and you can get a especial discount!” — Ligue agora e você pode conseguir um desconto especial!

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O início do clipe de Hotline Bling mostra atendentes de um Hotline

 

That’s it for today! Que tal aprender mais expressões com música? Então, aproveite essas dicas do Ed SheeranAté a próxima!

manual do estudante de inglês

High School: o que é e por que devo deixar meu filho fazer?

“O mundo é um livro e aqueles que não viajam leem apenas uma página”. Essas sábias palavras de Santo Agostinho nos fazem refletir sobre a rica experiência de viajar. E em se tratando de uma viagem a estudos para os filhos — High School, mais especificamente —, a experiência é mais rica ainda. Além de conhecer um lugar novo, o estudante terá a oportunidade de conviver e trocar experiências com outras pessoas. Além disso, conhecerá novos lugares e irá interagir em uma cultura diferente e aprenderá sobre costumes diferentes.

Se você reconhece a importância de uma viagem a estudos na formação cultural e intelectual de um indivíduo, mas está com uma grande dúvida sobre se deve ou não deixar o seu filho topar essa aventura de fazer uma High School, esteja certo de que o texto de hoje é perfeito para você.

Nele, preparamos um checklist imperdível para que você tire todas as suas dúvidas sobre o que é o High School e, assim, tome a decisão certa!

Mas, afinal, o que é High School?

High School nada mais é que um curso equivalente ao nosso ensino médio. O período que o aluno despende estudando em outro país (que, em geral, dura entre 1 ou 2 semestres) conta como tempo de ensino médio.

Assim, o estudante não desperdiça o tempo que passou estudando no exterior e, de quebra, ainda ganha uma experiência de vida única.

Mas, é bom lembrar que para aproveitar as disciplinas lecionadas na High School, é preciso verificar com a escola como será esse aproveitamento. Ainda, é bom entrar em contato com a Secretaria de Educação ou com o colégio que seu filho estuda, ok?

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Quem está apto a fazer High School e qual a faixa etária ideal?

Como a High School equivale ao ensino médio aqui do Brasil, quem está apto a se candidatar a esse tipo de curso são os estudantes que já estão cursando o ensino médio ou aqueles que iniciarão essa etapa dos estudos.

Por isso, a faixa etária ideal para se submeter a esse tipo de curso no exterior abrange jovens entre 14 e 19 anos. Existem ainda alguns programas que aceitam estudantes que acabaram de sair do 3° ano. Por isso, pesquisar tudo com antecedência é fundamental.

informações inglês

Quais escolas (particulares e públicas) aceitam os estudantes de fora?

Qualquer estudante, de escola particular ou pública do Brasil, pode se candidatar a uma escola estrangeira para fazer o High School, desde que obedeça as regras específicas do programa do país a que se submeter.

Para tanto, terá que se submeter aos processos seletivos específicos. É possível frequentar escolas particulares, escolhendo pelo país ou pela escola, ou ainda, pela região em que se pretende estudar.

Existem ainda programas em que o estudante pode se hospedar em casas de famílias voluntárias, que são selecionadas pela Instituição de ensino. Nesses casos, os estudantes recebem os contatos da família algumas semanas antes do embarque, de modo que possam estreitar os laços antes mesmo da chegada ao país.

Como funciona o sistema de ensino em uma High School?

O sistema de ensino de uma High School é bem parecido com o sistema tradicional do nosso bom e velho ensino médio. Os alunos têm aulas de matemática, geografia, ciências e história, só que tudo no idioma local, é claro.

Além disso, o aluno faz atividades extracurriculares, como esportes e danças, como se fosse um estudante nativo. Sem falar que essa é uma oportunidade única para que o estudante mergulhe profundamente em um idioma novo. E, em quase 100% dos casos, os alunos retornam ao Brasil falando fluentemente outro idioma.

 

guia completo de intercâmbioDeixar ou não Meu filho vivenciar esta experiência?

Aquele que ontem era um bebê frágil e delicado, hoje já é um quase um adulto, que tem seus próprios desejos, anseios e medos. É, o tempo passa mesmo muito rápido!

Às vezes, é bem difícil para os pais lidar com todas essas mudanças e perceber que os seus filhos cresceram e precisam descobrir a vida sozinhos. Essa é a grande dificuldade de educar.

Nesse momento de dúvida dos pais, entre orientar bem os filhos e dar-lhes liberdade, o equilíbrio é fundamental.

É indispensável pesar os prós e os contras das decisões que poderão impactar o futuro dos seus filhos, especialmente quando a decisão envolver estudar fora do país, longe de casa, da família e amigos.

Considere questões como independência, domínio do idioma e possibilidade de novas vivências. Isole um pouco o apego que você tem pelo seu filho e considere o ganho que uma experiência de total imersão em uma cultura diferente, como a de fazer uma High School, poderá proporcionar a eles. Isso te ajudará a tomar a decisão certa.

Agora que já conhece um pouco mais sobre o que é e como funciona o ensino em uma High School, você já pode começar a decidir se vai mesmo deixar o seu filho viver essa experiência. Antes de tomar uma decisão definitiva, pense e reflita bastante.

Quais os próximos passos?

Considere a forma como vai lidar com a ausência do seu filho e o receio de deixá-lo “sair do ninho” tão cedo. Pense também no lado positivo que essa experiência de intercâmbio proporcionará ao seu filho, deixando que ele se vire sozinho e comece a compreender um pouco sobre a realidade da vida.

E tome uma decisão o quanto antes: quanto mais cedo o seu filho iniciar o estudo de uma língua estrangeira em uma escola de idiomas, mais facilmente ele conseguirá ter domínio sobre a língua. E isso, sem sombra de dúvidas, será fundamental para que ele esteja seguro e aproveite ao máximo a oportunidade de estudar fora do país.

E aí, está mesmo decidido a autorizar o seu filho a fazer uma High School? Conhece alguém que passou por essa experiência? Compartilhe seus anseios, medos e expectativas: deixe seu comentário e ajude outras mães e pais a tomarem essa decisão tão importante para o futuro dos seus filhos. Até a próxima!

guia inglês para crianças

 

Inglês Britânico e Americano: quais são as diferenças?

Saber falar inglês no mundo atual é essencial para quem quer se destacar nos estudos e no mercado de trabalho, para saber qual é o significado daquela música internacional que você tanto canta e para se comunicar naquela tão sonhada viagem. Entretanto, o que muita gente não sabe é que, apesar de o inglês ser uma das línguas mais faladas no mundo todo, existem algumas diferenças entre o idioma usado na América e no Reino Unido! Há um velho ditado que diz que a América e a Grã-Bretanha são duas nações divididas por uma língua comum, mas ainda fica aquela dúvida: inglês britânico e americano são realmente diferentes? Continue a leitura e descubra!

informações inglês

Gramática

A gramática do inglês americano tem a característica de ser mais direta e enxuta, “comendo” algumas palavras, enquanto a britânica mostra-se mais formal e tradicional. Expressões britânicas como “stay at home” (fique em casa), “go and play volleyball” (vá jogar vôlei) e “write to me” (escreva-me) tornam-se “stay home”, “go play volleyball” e “write me” no inglês americano, por exemplo.

Vocabulário diferente no inglês britânico e americano

Provavelmente, uma das principais diferenças entre o inglês britânico e americano! Aqui vão alguns exemplos de verbetes que diferem nas duas formas, respectivamente:

  • Apartamento: flat/apartment
  • Banheiro: toilet/bathroom
  • Biscoito: biscuit/cookie
  • Calças: trousers/pants
  • Caminhão: lorry/truck
  • Elevador: lift/elevator
  • Fila: queue/line
  • Futebol: football/soccer
  • Lixo: litter/garbage
  • Metrô: underground/subway
  • Telefone celular: mobile phone/cell phone

Ortografia

A parte ortográfica é traiçoeira e pode te confundir na hora de redigir um texto, de fazer aquela prova importante ou de escrever aquela redação que garantirá sua vaga em uma boa universidade.

Algumas palavras podem mudar completamente de significado, enquanto outros termos apenas modificam sutilmente a sua maneira de escrita. Por isso, é importante ficar atento! Seguem alguns exemplos de diferenças ortográficas, primeiro com o inglês britânico e depois com o americano:

  • Apologise/apologize
  • Organise/organize
  • Paralyse/paralyze
  • Defence/defense
  • Offence/offense
  • Colour/color
  • Humour/humor
  • Labour/labor
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Pronúncia

Quando o assunto é pronúncia, fica fácil notar as diferenças entre o inglês britânico e americano. Ao assistir a um filme ou seriado, facilmente identificamos os atores americanos e os britânicos ao ouvir a pronúncia e sotaque de cada um. Enquanto o inglês americano tem uma pronúncia mais aberta, o britânico é mais fechado e arrastado. Um bom exemplo é a palavra can’t, que significa “não poder”: no britânico, pronuncia-se /knt/ e, no americano, /kænt/.

Origem

Assim como aconteceu entre Brasil e Portugal, os Estados Unidos também já foram colônia da Inglaterra. Dessa forma, é natural que a língua tenha se desenvolvido de maneiras diferentes nos dois países, e que as palavras tenham determinadas funções e significados em cada um deles. Assim como no Brasil não falamos o mesmo português de Portugal, os EUA não falam o mesmo inglês da Inglaterra — mas isso não impede que as pessoas de ambos países se entendam.

Como pudemos ver, as diferenças entre o inglês britânico e americano são muitas, porém sutis, e não impedem que o falante do inglês americano consiga se comunicar no Reino Unido e vice-versa. Com um pouco de cuidado e atenção, é possível dominar essas diferenças para não deixar que elas te atrapalhem na hora dos estudos.

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Intercâmbio no Canadá, por que fazer?

Mais do que um sonho, estudar outro idioma no exterior é uma oportunidade incrível que traz benefícios para a vida pessoal, acadêmica e profissional. Para atingir fluência em uma língua, fazer intercâmbio no Canadá ou outros países, é a melhor pedida – ao estudar outro idioma no exterior, você aprende também sobre aspectos de sua cultura e adquire uma experiência de vida incomparável.

O Canadá possui dois idiomas oficiais: o inglês e o francês. O inglês, falado na maior parte do país, é bastante claro, uniforme e fácil de ser compreendido, principalmente porque não há um uso exacerbado de gírias e vícios de linguagem. A pouca variedade de sotaques e de vocabulário também facilita muito o aprendizado.

De acordo com a BELTA (Brazilian Educcation & Travelling Association), o Canadá é o país número um na escolha dos estudantes brasileiros para essa troca cultural. Veja alguns dos motivos pelos quais você deve escolher um intercâmbio no Canadá:

Escolas reconhecidas mundialmente

A qualidade do ensino no Canadá é reconhecida pelo mundo inteiro. Os Colleges e as Universidades canadenses possuem altíssimos padrões acadêmicos e são famosos pelo incentivo a pesquisa e inovação.

Diversidade cultural e receptividade

Por possuir uma população relativamente pequena e uma enorme demanda por trabalho, a população canadense é muito gentil e receptiva com estrangeiros. O Canadá abriga um grande número de imigrantes de todas as partes do mundo e essa variedade cultural faz com que o país seja extremamente convidativo e acolhedor.

O grande número de imigrantes (um em cada cinco habitantes do país é imigrante) no Canadá influencia de maneira muito positiva a sua cultura, enriquecendo sua culinária, sua música e sua arte.

informações inglês

Alta qualidade de vida

De acordo com as Nações Unidas e com o The Economist, o Canadá é considerado um dos dez melhores países para se viver no mundo. Isso se dá principalmente pela alta expectativa de vida, pelos baixos índices de criminalidade e de violência e pela facilidade de acesso à educação e a serviços de saúde.

Além disso, o salário mínimo de lá é muito alto, se comparado ao do Brasil, e o transporte público é bastante eficiente. Suas cidades são limpas e seguras, além de oferecerem uma grande oferta de atividades culturais.

Belezas naturais

O Canadá é o segundo país do mundo em extensão: isso garante uma grande diversidade de paisagens e climas: são lagos com um azul de perder o fôlego, montanhas nevadas, campos abertos a se perder de vista e florestas centenárias. Com uma geografia diversa, o país conta com muitos parques e reservas nacionais, como o Parque Nacional de Banff, o Parque Nacional Wood Buffalo e o Parque Nacional Jasper. Muitos deles, inclusive, são reconhecidos como patrimônio da humanidade pela UNESCO.

Custo/benefício em um intercâmbio no Canadá

O Canadá oferece um dos melhores custo/benefícios para quem deseja estudar inglês ou francês fora do país. Se comparado com outros países, como Estados Unidos e França, o custo da viagem para o Canadá é consideravelmente menor. Ele oferece uma das taxas mais baixas para estudantes estrangeiros e uma altíssima qualidade de vida com custo mais baixo também.

E você, o que acha de fazer um intercâmbio no Canadá? Conte pra gente nos comentários!

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