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Fuja do óbvio: dicas de bandas para aprender alemão

Está procurando por bandas para aprender alemão? É de conhecimento geral que música é uma das melhores e mais divertidas formas de se aprender idiomas e culturas. Por meio das músicas adquirimos, além de vocabulário e gírias atualizadas, bagagem cultural para conversar com nativos. E com a língua alemã isso não é diferente.

No entanto, a internet está abarrotada de dicas óbvias; só se indica bandas famosas e mainstream. Certamente, não subestimo a importância de aprender inglês com Taylor Swift e Drake, ou alemão com Die Toten Hosen e Rammstein (minha banda favorita, diga-se de passagem), mas é igualmente importante se aventurar com grupos musicais de diferentes países, com diferentes sotaques e regionalismos.Por isso, indicarei bandas que, além de serem sensacionais, proporcionarão um excelente aprendizado de vocabulário, pronúncia e expressões da língua alemã. Los geht’s!

Wanda

 Banda de rock indie formada em 2012, em Viena. Suas músicas falam, com frequência, de temas como amor e solidão, não raro com uma pitada de comédia. Apesar de serem da Áustria, a pronúncia da letra é sempre no alemão padrão, ou “Hochdeutsch”. O bom de se aprender ouvindo Wanda são as palavras austríacas, como Bussi, que quer dizer beijo.

informações alemão

Bilderbuch

Boy band inaugurada em 2005, em Kremsmünster, na Alta Áustria (Oberösterreich), quando os integrantes ainda eram adolescentes. Também com uma pronúncia bem padrão, a banda tem um estilo bem próprio e irreverente, com uma pegada bem juvenil. Além da música em si, eles produzem provavelmente os melhores videoclipes do deutsche Sprachraum. Enfim, banda que vale conhecer!

Granada

Mais um grupo musical vienense. Desta vez, a pronúncia difere um pouco do Hochdeutsch que aprendemos nos cursos. Porém, não é um dialeto muito forte; é possível entender bem quando se percebe que eles trocam o “a” pelo “o” e encurtam algumas palavras (por exemplo, “dich” vira “di”).

Faber

Único suíço da lista, o cantor Julian Pollina, mais conhecido como Faber, é uma ótima opção para quem quer ouvir um sotaque diferente. Sua voz meio rouca quando tenta cantar em Hochdeutsch é uma das melhores coisas que você vai ouvir hoje. E ainda bem que ele canta na pronúncia padrão! Com certeza, o dialeto suíço é um dos mais bizarros que existem.

Knorkator é uma das mais divertidas bandas para aprender alemão

Banda berlinense conhecida por suas músicas engraçadas e por seu vocalista se apresentar com roupas no mínimo estranhas, como uma sunga rosa ou um maiô fio-dental (sério!). Eles são mestres da zoeira; praticamente os Mamonas Assassinas da Alemanha. Ouvi-los vai te fazer, além de dar boas risadas, ter um assunto bem engraçado para conversar com um alemão.

Bônus – dialetos

Como um extra, vou adicionar duas bandas que não são nem um pouco fáceis de se entender. Fica apenas o convite para quem quiser ouvir boa música (e tentar compreender alguma coisa). Hannah é uma cantora tirolesa de Schlager, um gênero tradicional da Bavária e da Áustria; já Pizzera e Jaus são dois ex-cabaretistas que se juntaram para se tornar um dos grupos mais famosos em Viena atualmente. Viel Spaß!

Post by Alex Souza: faz faculdade de Direito mas gosta mesmo é de estudar idiomas. Ainda não saiu do Brasil, mas já viajou o mundo inteiro pela Internet.

5 dúvidas sobre morar no Canadá e suas respostas

Morar no Canadá: quem nunca pensou nisso ao menos uma vez? O país é um dos mais desenvolvidos do mundo, tem rara beleza natural e urbana e valoriza as artes, a educação e a cultura. Sem contar que remunera muito bem os profissionais que atuam por lá.

Porém, todo processo de imigração carrega consigo especificidades que dizem respeito às regras do país e à legislação vigente. Há, por exemplo, diferentes tipos de visto que se pode utilizar para morar no Canadá e, para cada um deles, é necessário obedecer às regras estabelecidas.

Além da parte burocrática, pode haver alguma insegurança em relação ao clima e à recepção do canadense nativo. Por se tratar de uma cultura tão diferente da brasileira, é normal ter dúvidas sobre o que esperar do novo país.

Neste post, vamos discutir algumas das dúvidas mais comuns sobre a imigração para o Canadá, dar dicas de como se aplicar para realizar seu sonho de imigrar e falar um pouco sobre os melhores destinos. Vamos lá?

1. Quais são os tipos de visto para morar no Canadá?

São basicamente três vistos que os estrangeiros podem utilizar para imigrar: o Visto para Turismo, o Visto para Estudo e o Visto para Trabalho.

Por isso, antes de começar a organizar a sua viagem, é importante fazer um planejamento e definir qual é o seu objetivo com a imigração, pois cada um desses vistos vai estabelecer algumas regras em relação à sua permanência no país.

O Visto para Turismo define que você pode permanecer seis meses no Canadá com entrada única ou até 3 anos com entradas múltiplas. Ele estabelece que você vai entrar no país a passeio, mas também para fazer cursos rápidos de inglês, por exemplo.

Já o Visto para Estudo deve ser utilizado por quem está buscando fazer algum curso de longa duração no Canadá, como uma pós-graduação. Esse visto indica que você vai passar mais do que seis meses no país.

O Visto para Trabalho, por fim, é para quem busca passar ainda mais tempo no Canadá e, talvez, até mesmo construir uma vida por lá. Em geral, os casos de visto para trabalho demandam uma avaliação mais rígida da imigração canadense e são concedidos nos casos em que a profissão do imigrante exige essa documentação.

2. Quais são as opções de estudo e trabalho no Canadá?

Existem diversas opções de estudo, pois o Canadá é um país que preza pela formação cultural de seus habitantes. Para se ter uma ideia, a taxa de analfabetismo é praticamente zero e o governo está sempre estimulando o acesso e a continuidade dos estudos.

É possível, portanto, fazer cursos de inglês e de francês, caso a sua intenção seja aprimorar o aprendizado desses dois idiomas. Também há a possibilidade de entrar como uma espécie de aluno especial nas universidade para cursar disciplinas ou até mesmo fazer uma pós-graduação. Nesses casos, é preciso ter excelente domínio do inglês.

3. Como é a população canadense?

Embora não pareça relevante saber disso, pois você está mais preocupado com a documentação e toda a parte burocrática do processo, entender o que vai encontrar quando chegar no país é algo a se considerar antes da imigração.

Lembre-se de que estamos falando de um país e de uma cultura muito diferentes da brasileira. Viver no Canadá, portanto, implica conviver 24 horas com pessoas que têm hábitos e modos de vida diferentes dos seus. Portanto, é sempre mais indicado estar preparado.

Por se tratar de um povo acostumado a diferentes culturas, eles não vão ser preconceituosos com o fato de você ser brasileiro ou de ser um imigrante. Porém, não estranhe se eles falarem pouco de suas vidas, amigos e famílias. O canadense é bem mais reservado do que o brasileiro e costuma ter muita discrição com a sua vida particular.

No entanto, as pessoas de lá são muito prestativas e atenciosas. Existem exceções, claro, mas no geral os canadenses são assim! Talvez você já tenha visto algum estadunidense fazendo piadas sobre como os canadenses são excessivamente educados — e isso é verdade! Há chances enormes de você esbarrar em um deles e receber um pedido de desculpas por isso.

4. Existem direitos exclusivos para imigrantes?

Isso pode variar de acordo com as leis da província para a qual você vai imigrar. Por isso, antes de se aplicar, é necessário se informar sobre a legislação da província.

Há, por exemplo, a possibilidade de matricular seu filho em instituições públicas enquanto você estiver morando no país. Verifique também como funciona a utilização do sistema de saúde pública, caso seja necessário.

5. Quais as melhores cidades para um brasileiro morar no Canadá?

Cá para nós, estamos falando de um país com neve o ano todo, com habitantes um pouco mais sérios e reservados do que estamos habituados e com uma cultura totalmente diferente da nossa. Mas a escolha pela melhor cidade vai depender do seu poder aquisitivo, seu estilo de vida e sua formação.

Dependendo do visto e das leis da província e da instituição de ensino, é possível trabalhar por 20 horas semanais, além dos estudos. Portanto, se você for realizar um curso e não puder trabalhar no período, procure calcular, a partir do custo de vida do lugar, de quanto vai precisar para não passar apertos ao longo do mês.

O sistema de cobranças de aluguel, por exemplo, é bem diferente do que estamos acostumados aqui no Brasil. Mantenha-se bem informado para não ser pego desprevenido.

Outro aspecto a se considerar é a língua. De modo geral, o país inteiro fala inglês e francês, embora em algumas cidades se fale mais uma das línguas. Montreal, principal cidade do Canadá, é bilíngue e, lá, você pode se comunicar perfeitamente se souber falar tanto inglês quanto francês.

Uma outra questão a se considerar é a sua formação. Há cidades, como Toronto, que recebem melhor profissionais de audiovisual do que outras, como Oakville, que tem uma abertura maior para escritores, atores e músicos. A cidade de Ottawa, finalmente, já foi considerada a melhor do país, devido ao seu incentivo à educação e à pesquisa.

E então, pronto para morar no Canadá de forma bem planejada e sem medos? Agora que tiramos todas as principais dúvidas sobre o assunto, é só procurar as informações que listamos e organizar tudo!

Antes de ir embora, conte para nós: tem mais alguma dúvida que gostaria de tirar sobre morar no Canadá? Ou informações e dicas relevantes sobre o assunto? Deixe seu comentário e entre para a conversa!

Como o videogame ajuda seu filho a aprender inglês?

Você já teve que pedir para seu filho parar de jogar? Muito provavelmente sim! Em um mundo totalmente digital, em que as gerações Y e Z lidam com a tecnologia com muita naturalidade, os games vieram para ficar. Você sabia que o videogame ajuda seu filho a aprender inglês?Nesse contexto, que tal se os recursos tecnológicos fossem utilizados a favor da educação dos pequenos?

Muitas são as pesquisas que indicam o poder educativo dos videogames, que, inclusive, são vistos como tendência em sala de aula. Além desse uso mais direto no ensino formal, é visível como os games trazem diversos tipos de aprendizado, como, por exemplo, da língua inglesa. Afinal, a maioria dos jogos são todos nesse idioma.

No post de hoje, você vai constatar como e por que o videogame ajuda seu filho a aprender inglês. Acompanhe!

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O game “obriga” seu filho a pensar em inglês

Grande parte dos games não são traduzidos para o português, principalmente se forem lançamentos. Tendo isso em vista, passa a ser uma necessidade — se o seu filho pretende jogar — saber a língua inglesa. Mais que isso: como ele precisa ser rápido, muitas vezes, se verá obrigado a pensar em inglês, buscando compreender as expressões pelo contexto. E esse processo é um dos melhores para a aquisição de qualquer língua estrangeira.

Além disso, é comprovado por meio de pesquisas que alunos jogadores têm desempenho superior nas notas em inglês quando comparados àqueles que não jogam, conforme pesquisa feita pelo estudioso Uuskoski, na Universidade de Helsinki. Os resultados demonstraram dados significantes para crianças que jogavam 15h ou mais por semana.

Sendo assim, o game pode ajudar bastante no aprendizado do segundo idioma, uma vez que seu filho se dedica a compreendê-lo para conseguir competir de igual para igual, principalmente em jogos online, em que os outros jogadores são ou nativos, ou dominam bem o inglês.

Existem jogos mais indicados para o aprendizado

Os games trabalham um aprendizado de forma ativa. Ou seja: a criança, adolescente, jovem ou adulto precisará interagir com as situações de simulação em que é falada a língua inglesa, imergindo nos contextos, o que facilita a assimilação. Para isso dar ainda mais certo, você pode apresentar jogos para seu filho que estimulem tanto a leitura quanto a fala desse idioma.

Provavelmente, você já deve ter visto alguns dos games abaixo. Eles são exemplos que podem ajudar seu filho a aprender inglês:

  • Candy Crush Saga;
  • Resident Evil;
  • Call of Duty;
  • Jogos de RPG (Role-Playing Games).

Uma dica é jogar junto ao seu filho e consultar um dicionário, sem falar nada. Deixe o livro à mão, para ele consultar quando estiver sozinho. Possivelmente, ele reproduzirá esse seu ato, principalmente se perceber que, aperfeiçoando o vocabulário, conseguirá vencer uma fase, por exemplo.

E não só a língua inglesa, expressões e gírias são um aprendizado durante os games. Em geral, bons jogos ensinam atuação em grupo, auxiliam na coordenação motora, estimulam várias partes do cérebro e convocam a ter raciocínio lógico, rápido e determinado, entre outras vantagens. Alguns, inclusive, trazem informações sobre história e geografia, ampliando as disciplinas escolares que podem ser trabalhadas por meio dos videogames.

O prazer do videogame ajuda seu filho a aprender inglês

Outro benefício que essa tecnologia trouxe para se aprender inglês é a união de prazer e conhecimento. Afinal, antigamente, estudar um segundo idioma significava horas e mais horas de sofridos exercícios, ouvindo centenas de gravações monótonas. Hoje, seja com games, seriados, filmes, músicas ou até em uma viagem de intercâmbio, ir além da língua materna e ter contato com a língua inglesa também envolve diversão.

E isso traz um resultado fascinante, pois nosso organismo e nosso cérebro aceitam melhor aquilo que traz alegria, tranquilidade e descontração. Dessa forma, o videogame ajuda ainda mais seu filho nesse aprendizado, uma vez que ele não desenvolverá resistência. Pelo contrário: ele quer entender ainda mais para conseguir alcançar seus objetivos no jogo e ao lado dos colegas.

Os games, sem dúvida, inserem seu filho em culturas de diversos países. E, definitivamente, o videogame ajuda seu filho a aprender inglês!

Gostou deste post? Então, aproveite para ajudar outros pais e responsáveis: compartilhe-o em suas redes sociais!

guia inglês para crianças

Fluência em inglês: mitos e verdades que você precisa conhecer!

Ter fluência em inglês é um dos seus objetivos? Não pense que essa tarefa é impossível ou mais difícil do que você possa imaginar! Na verdade, dominar a língua inglesa pode parecer complicado no início, mas é só uma questão de tempo e prática!

Acontece que existem alguns mitos sobre o assunto que acabam assustando as pessoas e, ainda, afastando-as dessa conquista! Será que esse é o seu caso?

Para saber o que é verdade e o que é mentira do que falam por aí sobre a fluência em inglês, continue acompanhando este texto!

É possível ficar fluente em pouco tempo

Mito. Adquirir fluência em uma segunda língua não é um processo rápido. Afinal, passamos anos estudando a Língua Portuguesa na escola, não é mesmo?

O aprendizado exige tempo e dedicação, além de abranger várias habilidades como escuta, pronúncia, gramática, escrita, leitura, vocabulário e outros. Porém, isso não quer dizer que seja algo extremamente difícil. O importante é se esforçar e evoluir aos poucos para conseguir um resultado satisfatório.

informações inglês

Estudar todos os dias é melhor do que fazer um intensivo

Verdade. A constância é um fator de grande importância na construção da fluência, permitindo que se aprenda a cada dia mais. Um curso intensivo não deixa de ser uma boa alternativa, mas pouco adianta passar por essa experiência e não continuar praticando.

Quem atinge a fluência não precisa estudar mais

Mito. Apesar de conhecimento ser um bem que ninguém é capaz de tirar da gente, a prática constante faz toda a diferença para ser fluente em inglês ou em qualquer outro idioma.

Por mais que você já tenha vivido um período intenso de aprendizagem que foi fundamental para adquirir a fluência, não deixe de continuar praticando.

Talvez você não continue fazendo aulas regulares ou convivendo todos os dias com pessoas que falem inglês, mas procure não tirar esse hábito da sua rotina. Algumas dicas para isso são: assistir filmes e seriados, ouvir músicas, ler notícias e aproveitar uma companhia para praticar de vez em quando.

Mesmo uma pessoa fluente pode ter dificuldades

Verdade. Não se engane que a fluência vai deixar as pessoas livres de qualquer problema com a língua.

Mesmo dominando muito bem o idioma, pode ser que surjam dúvidas em alguns momentos. Por exemplo, ao viajar para um país diferente, pode ser que você sinta dificuldade com o sotaque ou com as gírias daquele lugar.

Como o inglês é uma língua falada no mundo inteiro, existem muitas nuances e particularidades culturais que às vezes criam certas dificuldades. Isso é natural. Então, não se assuste e utilize outras palavras que você domina para se livrar dos eventuais impasses.

 

Só quem mora no exterior consegue fluência em inglês

Mito. Há quem acredite que apenas um intercâmbio consegue tornar uma pessoa fluente em inglês. Isto é, que o fato de morar no exterior pelo menos por um tempo é determinante para a fluência.

Só que isso não é uma verdade absoluta. É claro que esse tipo de experiência favorece muito o aprendizado, especialmente pelo contato frequente com a língua.

Contudo, você pode aprender inglês mesmo morando no Brasil ou em qualquer outro lugar. Tudo depende do seu comprometimento com os estudos. Aliás, saiba que muitas pessoas moram fora e continuam sem falar praticamente nada da outra língua.

Enfim, o que importa é a sua vontade de aprender. Ela será a sua maior motivação para ir avançando aos poucos até conseguir se virar completamente no outro idioma e se comunicar com facilidade!

E aí, o que você achou de desmistificar essas ideias sobre a fluência em inglês? Se você ainda tem alguma dúvida a respeito desse assunto, deixe o seu comentário ou aproveite para compartilhar a sua experiência conosco!

Aprenda de uma vez por todas o present perfect!

Ter o conhecimento da língua inglesa se tornou quase um pré-requisito para adentrar no mercado de trabalho. Muitos estágios universitários já solicitam conhecimentos em inglês para o caso de uma efetivação após a conquista do diploma. Apesar disso, as dificuldades no aprendizado podem desanimar quem está se engajando. É muito comum nos cursos de inglês, por exemplo, emperrar nos tempos verbais, como present perfect ou simple past.

Mas obstáculos como esses podem ser superados se você tiver algumas dicas em mente. Então, continue acompanhando esse post e descubra quais os usos principais desse tempo verbal, suas formas de conjugação e outras informações importantes para dominar o present perfect de uma vez por todas e se dar bem no mercado de trabalho.

Present perfect: que tempo verbal é esse?

Um pouco mais complicado do que outros tempos verbais, o present perfect costuma assustar alunos que estão buscando dominar a gramática da língua inglesa. Isso porque, apesar de bastante útil para o idioma, seu uso é bastante diferente dos tempos verbais da língua portuguesa.

Na tentativa de fazer uma simples associação com o português, o tempo verbal vai por água abaixo e tudo se torna mais difícil. Então, entendê-lo requer não se apegar a esse tipo de associação.

Por isso, para dominá-lo, o primeiro passo é conhecer o seu uso na língua inglesa. É importante ter em mente que o present perfect é utilizado para indicar:

  1. ações realizadas no passado, cujo tempo em que foram realizadas não é conhecido ou não é relevante para a ideia;
  2. ações que fazem uma conexão do passado com o presente, sendo uma atividade que ainda está influenciando o presente;
  3. ações que acabaram de acontecer, sem um tempo preciso.

É importante lembrar que no caso da situação “a”, esse uso de tempo verbal nunca virá acompanhado de expressões temporais referentes ao passado, como ontem, há um ano, semana passada, quando anoiteceu, naquele momento, naqueles dias. Para a situação “b”, alguns advérbios de tempo podem ser utilizados, como desde, há algum tempo, há muito tempo.

Sendo assim, vamos entender agora o segundo passo: a sua forma.


Qual sua estrutura?

A forma desse verbo não é complicada. Para ser formado, ele é composto de dois elementos: a forma adequada do verbo auxiliar to have junto ao o past participle (passado) do verbo principal, incluindo o “ed” ao final (ou, para verbos irregulares, conforme for o passado).

Sendo assim, veja alguns exemplos. Suponha que alguém te perguntou o que você fez no fim de semana passado, mas você não queria detalhar muito os momentos exatos das ações.

  • What did you do last weekend? (O que você fez no final de semana passado?).
  • I have seen a movie, made a cake and washed my car. (Eu vi um filme, fiz um bolo e lavei meu carro.).

Observe que as ações “vi um filme” “fiz um bolo” e “lavei meu carro” estão no passado, mas ela representa um momento incerto, pois você não sabe em qual período ou horário as ações foram realizadas. Agora suponha que você queira dizer que algo que você fez anteriormente ainda está influenciando uma atividade no presente.

  • How long have you been married? (Há quanto tempo vocês estão casados?).
  • We’ve been married since 1999. (Estamos casados desde 1999).

Note que a resposta está se referindo a uma situação no passado (quando eles se casaram), mas que ainda está impactando o presente (permanecem casados ainda hoje). Nesse exemplo, ainda é possível compreender o uso do ‘ve, que é a contração do verbo “have’” ao pronome “we”. Agora, observe um outro exemplo do uso desse tempo verbal:

  • Are you ready to go to the party? (Você está pronto(a) para ir para a festa?)
  • Yes! I’ve just finished my work, so I’m ready to go. (Sim! Eu acabei de terminar meu trabalho, então estou pronto(a) para ir.).

Nesse caso, o uso do termo ‘just’, indica uma ação que acabou de acontecer. Ou seja, se refere a um passado muito recente. Em todos os casos, para frases negativas, basta utilizar o ‘‘have/has not’, ou sua forma contraída “‘haven’t/hasn’t”, enquanto para frases interrogativas, o verbo have/has está posicionado anterior ao pronome. Por exemplo:

  • Has she called Martin? (Ela ligou para o Martin?).
  • She hasn’t called him, that I know of. (Ela não ligou para ele, que eu saiba.).

Nesses dois exemplos, observe o uso do present perfect em sua forma interrogativa e negativa, para situações que indicam tempos passados indeterminados, que ainda estão influenciando o tempo presente.

Qual a diferença para o simple past?

Uma das maiores dúvidas em relação a esse tempo verbal é que, muitas vezes, sua tradução é similar ao passado simples (simple past). Portanto, para que não reste dúvidas sobre esse tempo verbal, que faz uma referência ao passado, é importante recordar que o passado simples sempre se refere a uma tarefa já finalizada, em que o tempo em que foi realizada é conhecido ou está implícito no contexto.

  • I climbed a mountain last summer. (Eu escalei uma montanha no verão passado).
  • I’ve climbed a mountain once. (Uma vez eu escalei uma montanha).

No caso de utilizar algum advérbio temporal, o tempo verbal sempre será o simple past. Já o present perfect não deve ser utilizado também para ações definitivas ou pontuais, como o caso dos verbos “nascer” e “morrer”, mas sendo possível sua aplicação para o verbo ‘viver’, que descreve uma ação duradoura.

  • Her mother was born in 1935: Simple past (A mãe dela nasceu em 1935: passado simples).
  • His grandparents died two years ago: Simple past. (Os avós dele morreram dois anos atrás: passado simples)
  • She has lived a long and happy life: Present perfect (Ela viveu uma vida-longa e feliz: presente perfeito).

Como aprender na prática

Mas lembre-se, por não ser um tempo verbal utilizado na língua portuguesa, a principal forma de aprender o present perfect é, agora que você já sabe, observar seu uso no inglês. Portanto, ao assistir filmes, séries ou vídeos, procure notar quando foi escolhido utilizar o present perfect ou o simple past.

Além disso, não se prenda tanto aos porquês, e tente absorver seu uso da forma mais natural possível, abusando dos listenings e da conversação.

Com todas essas dicas, quando você notar, já estará utilizando o present perfect em suas frases. Então, aproveite para ficar por dentro das novidades do blog, assinando nossa newsletter. É fácil! Basta cadastrar seu nome e e-mail e pronto, dicas importantes como essas chegarão até você.

Uma escola de idiomas vai me ajudar na conversação em inglês?

Uma das dúvidas mais comuns que se tem ao buscar uma escola de idiomas, é se o método de ensino vai de fato ajudar na melhora da conversação em inglês. A experiência diz que um idioma somente é assimilado caso seja colocado em prática. Uma prova disso é o aprendizado da própria língua materna. É aí que a escola de idiomas entra, com o papel fundamental de estimular o diálogo entre os alunos.

Para que você entenda de forma prática como a escola de idiomas pode te ajudar na conversação em inglês, o Blog da My Target preparou esse post para você. Confira!

A escola é o ambiente perfeito para errar (e aprender)

Primeiramente, a escola de inglês possui o ambiente ideal para a prática da conversação. Como os alunos são nivelados por conhecimento, eles possuem um vocabulário parecido entre si. Esse nivelamento ajuda os alunos a se sentirem mais confortáveis para se expressarem. O professor entra nesse cenário como um condutor para que todos possam participar, treinar e principalmente errar. Sim, a sala de aula é o ambiente perfeito para que os alunos cometam erros. A partir dos erros, o professor pode agir e orientar a respeito da forma correta de se pronunciar certa palavra ou frase.

Ainda assim é comum que alguns alunos tenham vergonha e medo de errar. Por esse motivo, o professor é capacitado para estimular os alunos a perderem o medo de falar inglês desde o primeiro dia de aula.

informações inglês

O ensino presencial é mais personalizado

Apesar de parecer consumir um tempo precioso do dia, a aula presencial é um momento de imersão no idioma. Enfim, é algo que não se consegue ter de outra forma no dia a dia. Ainda mais quando se precisa aprender o inglês mais rapidamente. Para isso, existem os cursos intensivos.

Durante a prática em sala de aula, o aluno é constantemente avaliado pelo professor. Ele é avaliado não no sentido de cobrança de resultados, mas de acompanhamento do desenvolvimento. Essa é uma forma do professor buscar oportunidades para enriquecer o vocabulário do aluno e corrigir a pronúncia das palavras, que por vezes é afetada pelo sotaque brasileiro.

Ao enriquecer seu repertório com novas expressões e sinônimos, o aluno consegue aproximar o conhecimento de suas vivências pessoais, profissionais e até mesmo acadêmicas. Desta forma se quebra a barreira linguística de um vocabulário limitado e pouco prático para o dia a dia.

As aulas são mais dinâmicas e estimulam a conversação em inglês

As aulas proporcionadas pela escola de idiomas são o oposto da maioria das que frequentamos na escola. Na escola tradicional, o professor fala e o aluno escuta: ali quem fala é o aluno. A conversação em inglês torna o aprendizado mais fácil e a própria aula menos maçante. Enquanto os alunos estão praticando o idioma, o professor encontra meios de propor desafios que levem o cérebro a assimilar melhor o que está sendo dito. Com isso, as aulas tornam-se mais dinâmicas.

É importante ressaltar que a proposta da escola de idiomas funciona plenamente quando o aluno também está disposto a aprender. O esforço conjunto das duas partes torna o aprendizado mais eficaz e prazeroso. Isso quebra toda e qualquer barreira que dificulte a absorção do novo idioma.

Agora que você já sabe como a escola de idiomas vai te ajudar na conversação em inglês, conheça o diferenciais da My Target Idiomas e conte conosco para realizar seus sonhos!

manual do estudante de inglês

 

5 passos para o seu intercâmbio

Definitivamente, estudar no exterior é um experiência cada vez mais valorizada no seu currículo. Então, organizamos 5 passos para o seu intercâmbio para te ajudar com a organização desse grande sonho!

Defina o Foco

A primeira coisa que você precisa fazer é refletir sobre o que realmente quer desta experiência – alguma experiência ou conhecimento diferente, ou o nome de uma universidade do exterior no currículo. Em síntese, isso ajudará a definir quanto tempo você irá ficar fora, para qual instituição irá e quais as outras atividades que poderá fazer.informações inglês

O Idioma

Antes de mais nada, o idioma uma das principais barreiras dos brasileiros no exterior. As universidades vão cobrar um mínimo do idioma para que você possa ingressar na instituição. Definido o país, comece a treinar o idioma e fique o maior tempo possível em contato com o idioma escolhido, a dica é procurar uma escola especializada, e em Joinville a My Target Idiomas vai te preparar para este desafio.

Decida o formato do seu intercâmbio

Descubra onde pessoas de sucesso na sua área estudaram e tente ir para lá. Existem várias organizações para facilitar sua ida ao exterior, como agências de intercâmbio, ONGs e a própria faculdade, veja qual a melhor opção para o seu caso. Você pode fazer um intercâmbio para trabalho voluntário, ou um curso de inglês ou outros idiomas. Seu curso também pode ser com uma carga horária menor, ou bem mais intensa. Pense em todas as opções para decidir o melhor formato para você.

Pesquisar o destino é um dos dos mais importantes passos para o seu intercâmbio

Entre em diversos sites, pesquise o país de destino, a cultura, as pessoas, as academias. Em suma, não vá apenas pelo que você ouviu falar. Lembre-se que o que é bom para você pode não ser para o seu amigo, e vice versa. Existem muitos blogs ou canais no Youtube que podem te ajudar a conhecer o destino que você tem em mente para que você possa decidir se é a melhor opção.

Prepare-se para os desafios

Os principais desafios quando estamos fora do nosso país são os culturais, os desafios morais e éticos do país. É preciso estar preparado para eles, para não prejudicar seu intercâmbio. Converse com o maior número de pessoas possíveis que já estiveram no local escolhido por você e pergunte tudo sobre tudo, sem vergonha ou medo.

A My Target possui excelentes intercâmbios com toda estrutura que você vai precisar e acompanhamento de professor brasileiro. Venha conhecer nossos grupos de intercâmbio, comece a fazer as malas, prepare o passaporte e boa viagem. Será sem dúvida uma experiência inesquecível! Temos uma equipe especializada que te ajuda com todos os passos para o seu intercâmbio.

Para organizar as ideias e aprender tudo o que você precisa saber para um intercâmbio, baixe nosso eBook e comece a fazer planos usando seu inglês!

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Conheça os costumes e hábitos americanos antes de fazer um intercâmbio

Cada país tem costumes e hábitos diferentes. Se você planeja fazer intercâmbio nos Estados Unidos, deve ter em mente que os americanos não fogem a essa regra e que os costumes americanos podem parecer um pouco estranho para nós, brasileiros, em alguns aspectos.

Continue lendo o post de hoje e conheça os costumes americanos mais curiosos para já ir se acostumando!

Pontualidade é papo sério

Quando alguém marca uma festa às 19 h aqui no Brasil, nada mais normal que chegar às 20 h, certo? Pois bem: se você fizer isso nos Estados Unidos, as pessoas considerarão você rude e desrespeitoso.

A pontualidade não é só uma virtude na terra do Tio Sam, mas quase uma obrigação. Por isso, se marcarem um encontro em um horário específico, esteja lá.

Dar gorjeta é um dos costumes americanos

Se você pretende fazer intercâmbio nos Estados Unidos, prepare o bolso, pois o hábito de dar gorjetas é bem normal por lá.

De garçons a mensageiros de hotel, se dá gorjeta para tudo — dependendo da sua satisfação pelo serviço prestado, é claro.

O espaço pessoal é extremamente respeitado

Nosso jeito de demonstrar afeto é bem normal por aqui, mas para os costumes americanos, esse hábito pode parecer “caloroso” demais.

Culturalmente, a noção de espaço pessoal deles é mais restrita e eles consideram estranho atos como cumprimentar novas pessoas com beijo no rosto, abraçar conhecidos na rua ou tocar no braço durante uma conversa.

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O lixo tem destino diferente

Ao entrar em um banheiro americano, a primeira coisa que você talvez note é a ausência do cestinho de lixo. No entanto, não se assuste com isso, porque, diferentemente de nós, brasileiros, o costume nos Estados Unidos é descartar o lixo no próprio vaso sanitário.

Na cozinha, o destino do lixo também muda — bom, pelo menos dos restos de comida. Eles são jogados diretamente na pia, já que a grande maioria delas tem triturador embutido. Portanto, é só jogar os restos e apertar o interruptor. Mágico, não?

Os postos de gasolina não têm frentista

Os postos de gasolina por lá são self service, o que significa que você mesmo deverá encher o tanque de seu carro.

Funciona assim: você passa o cartão ou, se for em dinheiro, paga direto na loja de conveniência, informando o número da bomba. O sistema libera automaticamente a quantidade de gasolina certa e aí é só abastecer! Na cultura americana, os hábitos são diferentes, e todos estão acostumados ao “do it yourself”.

guia completo de intercâmbio

A maioridade é diferente

As leis americanas ditam que a idade mínima para dirigir é 16 anos. Para beber, é preciso ter 21.

Portanto, se você ver um adolescente indo para o colégio de carro ou um jovem de 20 anos barrado ao tentar entrar no bar, não estranhe a situação: é só o american way of life!

Café da manhã é reforçado

Quando o papo é comida, os Estados Unidos também têm suas diferenças em relação ao Brasil — sobretudo no café da manhã. O dia deles já começa cheio de calorias, com cereais, panquecas cobertas com calda, waffles, ovos fritos e até bacon. Uma refeição e tanto!

Confira o vídeo sobre costumes e o estilo de vida americano!

Agora que você conhece um pouco mais sobre os costumes americanos, que tal compartilhar essas curiosidades com seus amigos nas redes sociais? Assim, eles também não serão pegos de surpresa ao fazer um intercâmbio para os Estados Unidos!

Conheça 5 sites para treinar o inglês

Estudar uma língua estrangeira exige do aluno muito mais do que fazer aulas algumas vezes por semana. É preciso uma imersão no idioma. Ler notícias, matérias com assuntos de seu interesse e mesmo acessar sites para treinar o inglês ajudará muito no seu progresso do aprendizado da língua.

Isso acontecerá porque à medida que você se acostuma a receber e a ler arquivos no idioma que está estudando, sua mente vai se acostumando à forma com que o conteúdo é apresentado, à gramática praticada no texto, além do benefício na melhora de vocabulário.

Ficou interessado e quer saber mais? Dê uma olhada nos sites que separamos para você aprender!

informações inglês

1. BBC — British Broadcasting Corporation

Ficar por dentro de notícias sobre o seu país e o que acontece no mundo é de extrema importância. Quando você lê muito consegue entender como as leis funcionam, como as pessoas pensam e o que isso influencia no idioma.

Lembre-se de que uma língua tem em sua essência o modo como as pessoas veem o mundo. A língua é um dado cultural. Portanto, quanto mais informado você estiver, melhor será!

Nossa sugestão, nesse sentido, é que acesse o site da BBC News, que veicula notícias via site, televisão e internet. A vantagem é que você consegue ler esses conteúdos de qualquer lugar do mundo e pode treinar o reading e o listening.

2. CNN Breaking News

Se o seu forte é o inglês norte-americano, tem o CNN Breaking News com notícias transmitidas 24 horas por dia. Esse foi um dos primeiros canais televisivos cujo conteúdo trata apenas de notícias.

Por ser um dos mais respeitados canais da TV, vale a pena acessar o site para ler notícias do mundo, já que ficam disponíveis a todo o momento.

3. Rolling Stones

Quer material sobre seus artistas favoritos, sobretudo os da música? O site da revista Rolling Stone tem de sobra! Apesar do nome que lembra a banda de rock britânica, a revista trata de todo o universo da música, além de TV, filmes, política e cultura. Um prato cheio para quem quer treinar o inglês e entender mais de cultura.

guia inglês para trabalho

4. TED

O TED é um site já bem conhecido por receber grandes personalidades em aulas de diversas áreas que se propõem a dividir suas experiências de vida com o público. Além dos vídeos, você pode acessar conteúdo por escrito no TED Books, no blog e assinar a newsletter para receber novidades em seu e-mail.

5. Learning English

O melhor site com a finalidade de estudar inglês é o Learning English, no Voice of America. A maior vantagem dele é que você pode escolher textos que estejam dentro de seu nível de aprendizado e, à medida que estiver entendendo melhor os conteúdos, pode aumentar o nível de dificuldade.

As matérias costumam aparecer em vídeo, com legendas e transcrições, e com textos para o estudante ter uma ideia geral. Ainda, são disponibilizados áudios para acompanhar a leitura.

Com essas dicas de sites para treinar o inglês, não tem desculpa para não praticar, não é mesmo?

E aí, gostou do post? Quer saber como aumentar o vocabulário para entender melhor quando lendo nos sites que indicamos? Confira nosso artigo sobre como aumentar o vocabulário!

Entenda a importância de apresentar culturas diferentes para o seu filho

Como você deseja que a história da vida do seu filho seja contada? Como uma pessoa que celebrou a diversidade, conheceu culturas diferentes, adquiriu um olhar mais humano e compreendeu melhor, inclusive, a sua própria identidade? Ou como alguém que cresceu e viveu toda a sua vida sem explorar outros lugares, sem adquirir novos conhecimentos e sem ter novas experiências?

Se você ainda tem dúvidas, é hora de ler o nosso post de hoje. Entenda a importância de uma experiência multicultural na vida dos jovens. Saiba mais!

Fica mais fácil praticar novos idiomas

Esse talvez seja um dos motivos mais lembrados quando se pensa em conhecer novas culturas. E não é à toa: a criança ou adolescente que tem contato com  conteúdo estrangeiro, conversa com pessoas de outras nações e aprende sobre a história de outros países tem uma oportunidade única. É uma possibilidade de compreender a maneira diferente de pensar e assimilar o contexto social de outra nação.

Além disso, devido a essa exposição a outras culturas, o seu filho pode praticar tanto a compreensão quanto a pronúncia de um novo idioma diretamente com um nativo.

Isso torna o aprendizado mais fácil e a capacidade de se comunicar e se expressar mais espontânea. Enfim, comunicando-se com estrangeiros, ele pode expandir o seu vocabulário com expressões que realmente são usadas por eles no dia a dia.

Amplia a visão de mundo

Conviver com culturas diferentes tem um impacto direto na forma em que socializamos com os demais. Isso também impacta em como avaliamos o outro e como somos percebidos em sociedade.

Quando lida com costumes, trejeitos, comportamentos e hábitos diferentes dos que está habituado, o jovem aprende a respeitar verdadeiramente as diferenças. Enfim, ele também entende que suas opiniões e pensamentos não são os únicos corretos e válidos.

Abrir os olhos para uma outra realidade faz uma pessoa repensar os seus próprios conceitos. Com certeza, a visão de mundo muda. Aos poucos, ela passa a ver até as suas próprias raízes e tradições de maneira diferente.

Conhecer outras culturas nos torna mais empáticos com as diferenças, ajuda a compreender as adversidades e desmistifica velhos preconceitos.

Por exemplo: relacionar-se com nativos de uma aldeia no meio da savana africana que, embora passem por privações, ainda assim são felizes, certamente influenciará na forma com que um indivíduo enxerga o seu conceito de felicidade e de riqueza.

 

As oportunidades acadêmicas e profissionais aumentam

Você consegue pensar em quantas oportunidades podem surgir se o seu filho falar outras línguas e conhecer culturas diferentes? Além de fazer novas amizades, aumentam as possibilidades de conseguir uma bolsa de estudos e fazer um intercâmbio.

E isso, claro, sem mencionar o impacto na futura vida profissional dele. Afinal, pessoas com um embasamento multicultural grande são mais criativas, têm um comportamento mais sociável e possuem uma comunicação mais clara e objetiva. Além disso, elas têm habilidades técnicas e competências desenvolvidas além da média.

E o mercado de trabalho, que está a cada dia mais exigente, está de olho nisso. Em chamadas para os mais diversos tipos de vagas de emprego, não é raro verificar o pré-requisito de já ter tido uma experiência internacional ou intercâmbio.

As chances de promoção também crescem

Quem está imerso em culturas diferentes fica sempre um passo a frente no universo corporativo. Isso porque o mundo está cada vez mais globalizado e, consequentemente, as empresas também.

Há algum tempo, poderia ser muito difícil alguém trabalhar com uma pessoa com costumes de outros países. Atualmente, isso é cada vez mais comum e tende a aumentar no futuro, quando o seu filho estiver no mercado de trabalho.

Sendo assim, prepará-lo para essa realidade o tornará um profissional ainda mais interessante, já que ele vai estar preparado para lidar com culturas diferentes.

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A criatividade é amplificada no contato com culturas diferentes

A criatividade é um conceito difícil de definir. Afinal, não há uma fórmula mágica para alcançá-la. Ao contrário do que muitos pensam, ela não é exclusiva de pessoas do ramo artístico, estando presente em qualquer área de conhecimento e sendo útil para todos aqueles que desejam inovar.

Não é possível ditar uma trilha que leve a uma mente criativa, porém alguns métodos podem ajudar. Um deles é aumentar o seu repertório de referências.

Conhecer novos hábitos é, em sua essência, um exemplo disso. Culturas diferentes trazem consigo um compilado histórico gigante de ensinamentos, obras, conhecimentos artísticos e científicos. Então, são novas referências que certamente servirão de centelha para o pensamento criativo do seu filho.

Melhora a capacidade cognitiva

Imergir-se em uma cultura diferente significa também aprender a sua língua, afinal a cultura perpassa a linguagem e vice-versa. Não há como dissociar os dois.

Expor o seu filho ao aprendizado de um novo idioma ainda na infância é inegavelmente algo muito positivo. Além de ser mais fácil para ele absorver esse conteúdo (já que não há tantos vícios de linguagem nessa fase), ele ainda usufruirá de uma melhora na capacidade cognitiva.

Um indivíduo que resolve aprender quando adulto tem mais dificuldade para fazer a troca do pensamento de uma língua para a outra, enquanto pessoas de cérebro bilíngue fazem isso naturalmente. Além disso, crianças bilíngues têm maior propensão a alçar a fluência e mais facilidade para aprender outros idiomas.

Cultura é uma palavra simples, mas repleta de conceitos e significados que possuem um papel extremamente importante na formação de uma pessoa.

Então, proporcionar ao seu filho a experiência de conviver com culturas diferentes vai expandir seus horizontes, influenciar positivamente na construção do caráter e personalidade e proporcionar uma maior compreensão do que está ao seu redor.

Depois de descobrir tudo isso e aprender a real importância de apresentar culturas diferentes para o seu filho, é bem provável que você esteja pensando agora em sair viajando pelo mundo, não é mesmo? Quem não quer?

Certamente, essa é ótima ideia. Porém, existe um método mais simples e efetivo para se fazer isso que é aprendendo um novo idioma. O estudo de uma nova língua inclui obrigatoriamente o conhecimento de uma nova cultura.

Sendo assim, confira o nosso e-book “Inglês para Crianças” e descubra como você pode auxiliar no aprendizado do seu filho!

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