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Preposições em inglês: aprenda quais são e como usar!

As preposições em inglês ainda são uma barreira de quem quer aprender a língua, pois causam dúvidas quanto ao seu uso para qualquer falante. Por isso, é normal que o estudante também tenha dificuldades em absorver esse conteúdo.

A primeira coisa a se pensar é em como usá-las, naturalmente, no dia a dia, sem ter de decorá-las. Assimilar todas as preposições é uma tarefa complexa, até mesmo na língua nativa. Percebemos mais essa dificuldade em uma segunda língua. Para resolver isso, nada melhor do que a prática! Vamos rever as preposições em inglês?

Para que servem as preposições em inglês?

A preposição é o que dá sentido a uma frase, ou seja, na fala e na escrita o uso dessas palavrinhas faz toda a diferença para a coerência do texto produzido. As preposições são usadas para relacionar o substantivo, pronome ou frase nominal com o restante da oração.

Elas são chamadas de function words, ou seja, palavras que tem a função dar sentido à frase. Elas, isoladas, não possuem significado explícito e traduzi-las, dentro das frases, é um erro que pode custar o próprio entendimento da sentença.

informações inglês

Como usar as preposições on, at e in?

Com certeza, on, at e in, são as preposições que mais geram dúvidas na hora do estudo. Vejamos alguns exemplos de quando elas são mais usadas:

  • On: dias e datas, superfícies, partes do corpo, ruas e avenidas.

My birthday is on September 29 th. (Meu aniversário é 29 de setembro.)

  • At: tempo e hora exata, indicação de lugar específico.

She wants to play at the park. (Ela quer brincar no parque.)

  • In: meses, anos, séculos, períodos extensos, espaços fechados, cidades, estados e países.

I lived here in 1987. (Eu vivi aqui em 1987.)

In 1987 I lived in Lisbon. (Em 1987, eu morei em Lisboa.)

Uma maneira legal de entender a regularidade dos usos dessas três preposições é se pensarmos em um carro e como as pessoas estão em relação a ele.

Se estou dentro do carro digo que “I am in the car” (Eu estou dentro do carro, ou seja, um espaço fechado). Quando eu estou perto do carro, mas não dentro dele, digo que “I am at the car” (Eu estou perto do carro, ou seja, um lugar específico) mas, se quero entender o uso do “on”, devo pensar em como dizer que estou em cima do carro: “I am on the car” (Eu estou em cima do carro, ou seja, na superfície).

Quais preposições são mais comuns no inglês?

Além das mais comuns e que geram mais dúvidas (on, at e in), existem outras preposições que merecem uma atenção especial.

  • Preposições de tempo: ago, around, before, between, etc.

A long time ago in a galaxy far far way. (Há muito tempo, em uma galáxia muito distante.)

The dog is around that car. (O cachorro está perto daquele carro.)

Before doing that you must come here. (Antes de fazer aquilo, você deve vir aqui.)

Do you see those cars? The burglar is between them! (Você vê aqueles carros? O ladrão está entre eles!)

  • Preposições de lugar: across, behind, near etc.

Must I go across this forest? (Eu devo atravessar essa floresta?)

After i finish my work i will help you. (Depois de terminar o meu trabalho, eu ajudo você.)

I live near the drugstore. (Eu moro perto da farmácia.)

I am behind you. (Eu estou atrás de você.)

É importante destacar que não existem fórmulas ou regras prontas para aprender as preposições em inglês, o segredo está no uso desses termos por meio de leituras e na prática diária do idioma. Então, para entender o uso de uma preposição é fundamental ir além e encontrar no contexto o que dá sentido a ela na frase.

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manual do estudante de Inglês

Metodologia ideal no ensino de idiomas para crianças

Muitos pais buscam maneiras para que seu filho, desde cedo, aprenda um novo idioma. Mas existem muitas dúvidas e questionamentos sobre a metodologia ideal no ensino de idiomas para crianças.

Por esse motivo, separamos algumas dicas e conselhos sobre o que é fundamental no ensino de inglês ou outros idiomas para crianças. Continue a leitura e confira!

Qual é a idade ideal para o ensino de idiomas para crianças?

Não existe uma idade certa para aprender um novo idioma. O que existe são fases da vida em que uma pessoa tem mais facilidade para aprender uma língua estrangeira.

O período da infância é a melhor época da vida para estudar um idioma estrangeiro, pois é o período em que a criança está desenvolvendo sua fala, conseguindo aprender pronúncias muito mais rápido do que um adulto.

A partir dos quatro anos de idade, uma criança já é capaz de assimilar e reproduzir dois ou mais idiomas. Mas atente para o fato de que cada criança tem seu ritmo de aprendizado, que deve ser respeitado.

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Na barriga da mamãe

Muitos estudiosos e cientistas afirmam que, para quem deseja ter filhos bilíngues ou que tenham contato com um segundo idioma desde cedo, é importante estimular o bebê ao som do idioma escolhido já dentro do útero.

Ou seja, as famosas conversas com o bebê ainda na barriga da mãe podem ser feitas em outro idioma para que o bebê se acostume com o som das palavras na língua desejada. E essa “conversa” deve continuar mesmo após o nascimento.

Isso é o que acontece com crianças que nascem em família cujos pais têm diferentes nacionalidades. Para que o pequeno compreenda e se familiarize no idioma e na cultura de ambos, geralmente, as famílias conversam desde os primeiros dias de vida do bebê em dois idiomas.

A gramática, escrita e leitura deverão ser lapidadas após alguns anos, quando a criança tiver idade para iniciar um curso em uma escola de idiomas tradicional.

Quais técnicas podem ser usadas para ensinar um novo idioma?

A metodologia de ensino de idiomas para crianças envolve algumas técnicas para que o aprendizado seja eficaz.

Repetição

Para que uma criança fixe novas informações, ela precisa que o conteúdo seja constantemente repetido. Conforme forem sendo gravadas as novas palavras, as crianças passarão, com confiança, a reproduzi-las no dia a dia.

Nessa etapa do processo é essencial que se use de muita criatividade. Dessa maneira, o ensino de um novo idioma não se tornará monótono para a criança.

Profissionais capacitados estão aptos para esse processo, pois, com a experiência de atividades anteriores, eles já sabem quais atividades aplicar para despertar a curiosidade dos pequenos.

Interatividade

As aulas para as crianças devem ser comunicativas e lúdicas, para que a criança se envolva.

Algumas ideias interessantes e diferentes, para interagir com as crianças de forma divertida, é o “Cooking Classes” (aulas de culinária) e festas culturais. Dessa maneira, o aluno vivencia a cultura e quer, cada vez mais, experimentar o idioma aprendido.

Em escolas de idiomas, profissionais especializados estão preparados para o ensino com aulas interativas.

Por meio de jogos, apelos visuais, materiais atualizados, aulas práticas, multidisciplinaridade e dinâmicas em grupo, os pequenos aprendem na prática e têm a oportunidade de aplicar o idioma aprendido.

Além disso, os materiais que serão usados são criados especialmente para cada idade, organizados de maneira em que o aluno sempre aprenda algo novo e aplique o que já conhece.

guia completo de intercâmbio

Naturalidade

É importante que tanto dentro de uma sala de aula como em casa a criança seja ensinada e incentivada a falar em outro idioma de maneira natural e dentro do seu ritmo.

Os profissionais que atuam ensinando idiomas para crianças muito pequeninas precisam ser bem treinados e capacitados para compreender e ter a sensibilidade em observar como cada criança responde a diferentes metodologias e estímulos de ensino.

Cada criança tem seu tempo e absorve um mesmo conteúdo de forma particular e diferente da outra. Por mais que uma grade curricular comum seja imposta a todos, a maneira de chamar atenção e de conseguir bons resultados com cada criança deve ser adaptada.

A criança não pode se sentir pressionada, cobrada e, muito menos, pode se sentir excluída ou atrasada dentro de um grupo. Caso isso ocorra ela perderá o interesse ou mesmo, iniciará um bloqueio involuntário com o idioma, o que dificultará o processo de aprendizado.

Como estimular o aprendizado de um novo idioma além da sala de aula?

Para quem deseja potencializar o aprendizado tornando-o algo orgânico e prazeroso para o jovem aluno, uma dica é adaptar o ambiente em que essa criança vive com o idioma estudado.

Uma dica é deixar à disposição dessa criança: livros, filmes, desenhos animados, jogos e brinquedos educativos para que a nova língua se torne algo natural e comum em seu dia a dia.

Os pais devem estimular a criança a falar e repetir nomes de cores, animais e objetos no idioma que a criança está aprendendo, mas de forma leve e descontraída, sem que ela perceba que está sendo testada ou ensinada.

Quanto mais contato com a nova língua a criança tiver, mais facilmente ela fixará o aprendizado e terá mais facilidade em se comunicar fluentemente e sem medo em um segundo idioma.

É importante compreender que crianças conseguem assimilar melhor aquilo que é natural e corriqueiro para elas, sem pressão ou obrigação em conseguir êxito a qualquer custo.

Como acompanhar o aprendizado de novos idiomas para criança?

É muito importante que a criança seja constantemente avaliada, para entender como está sendo sua relação com o novo idioma, mas também como é a sua percepção diante de um novo mundo. Avalia-se o nível de idioma, mas também sua maturidade.

Além disso, os profissionais envolvidos com o aprendizado devem estar preparados para trabalhar com a educação e as necessidades emocionais de cada faixa etária. Dessa maneira, o aprendizado de um idioma estrangeiro se torna mais eficaz.

Por meio de uma nova língua são também ensinados conceitos que cooperam com o processo cognitivo, emocional, psicológico e social da criança. É por isso que se faz tão importante sempre renovar os processos, para que o aprendizado seja inovador, atraente, divertido e, principalmente, efetivo.

Crianças quando bem estimuladas e orientadas durante o aprendizado de um novo idioma sentem prazer em demonstrar aos familiares e coleguinhas seus conhecimentos, e essa segurança melhora sua autoestima. Falam e, até mesmo, “ensinam” para aqueles ao seu redor palavras, expressões e frases no idioma aprendido sem medo ou pudores.

Conseguem assimilar melhor o que ouvem na TV ou em uma música e, naturalmente, se autocorrigem quando notam que podem melhorar sua pronuncia, sem quaisquer constrangimentos.

Se você gostou das dicas sobre como estimular o aprendizado de idiomas para crianças desde bem pequeninos, curta nossa página no Facebook e fique por dentro de mai dicas como essa!

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Entenda a importância de ter seu passaporte brasileiro sempre pronto

Uma vontade que muitas pessoas têm é realizar uma viagem internacional. Para isso, além do planejamento é necessário tirar o passaporte brasileiro, já que sem esse documento é imprescindível para viajar para fora do país.

Só tem um pequeno problema: por conta de toda essa crise que o Brasil está atravessando, conseguir um passaporte não está tão fácil como antes. Para quem precisa dele, nós vamos te passar algumas dicas, por aqui, de como consegui-lo o mais rápido possível!

Situação atual do Brasil para emissão de passaporte

Em dezembro de 2016 os noticiários informaram uma triste notícia para quem pretende ir a outro país por agora: a Casa da Moeda, responsável pela impressão do passaporte brasileiro, cancelou temporariamente a produção por causa da falta de pagamento por parte do governo.

Em meados de junho desse mesmo ano, a instituição já estava tendo problemas com a entrega do documento pela falta de papel já que o fornecedor não fez a entrega no prazo previsto. O passaporte, que conseguia ser emitido em até 10 dias úteis, passou a demorar mais de 30 dias para que ficasse pronto.

Em junho de 2017, a Polícia Federal suspendeu a emissão de novos passaportes por tempo indeterminado, exceto os de emergência. Agora, a situação parece estar mais normalizada.

Como tirar passaporte o mais rápido possível

Bem, por mais que as notícias não sejam muito animadoras, em algum momento essa situação terá que voltar à normalidade e os passaportes voltarão a ser confeccionados. O problema é que muita gente estará na fila para pegar um e para não perder mais tempo, vamos te passar todas as dicas necessárias.

1. Junte toda a documentação

Existem documentos que são essenciais para você conseguir tirar o seu passaporte. Veja abaixo quais são eles:

  • Título de eleitor e comprovante de quitação eleitoral;
  • Documento de identidade ou outro como Carteira de Trabalho e Habilitação com foto;
  • CPF;
  • Quitação de serviço militar, para os homens;
  • Para aqueles que são naturalizados é necessário apresentar o certificado;
  • Passaporte anterior, se existir e estiver com o prazo de validade vencido;

2. Preencha a a ficha no site da PF

Você deverá fazer a solicitação através da site da polícia federal. Você deve preencher o formulário e fazer o passo a passo. Deverão ser preenchidos todos os campos com dados pessoais, com os documentos e também outros complementares como profissão e seu endereço. Por fim, você deve selecionar em qual cidade deseja atendimento.

3. Faça o pagamento

Após preencher todo o requerimento, será gerada uma guia de recolhimento da união para o pagamento no valor de R$ 257,25 (no caso do emergencial, o valor é de R$ 334,42). Se for a primeira vez que vai tirar o passaporte brasileiro ou for fazer o pedido sem apresentar um que já tenha em mãos, será necessário pagar R$ 514,50.

4. Agende a data do atendimento

Se você já está com o protocolo de solicitação em mãos, o próximo passo é agendar uma data para que você seja atendida em algum posto da PF com a documentação que foi listada logo acima, com o comprovante de pagamento e também com o protocolo de solicitação.

Após tudo ser verificado, é preciso tirar algumas fotos e recolher uma assinatura digital, você receberá um documento de confirmação com a data para pegar o seu passaporte. Ele estará te esperando no próprio posto da PF e possui validade para dez anos!

Se você estiver com alguma viagem marcada para uma data próxima, o ideal é pedir o passaporte brasileiro emergencial que custa R$ 77,17 a mais que o convencional.

Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje

Não espere para resolver tudo na última hora! Como as solicitações estão suspensas no momento, não será possível seguir com todos os trâmites, mas você pode se adiantar e facilitar a sua vida, deixando a documentação requerida já separada.

Quer saber mais sobre como ter um passaporte brasileiro e todos os benefícios que isso pode te trazer? Então siga-nos no Facebook e saiba em primeira mão todas as novidades sobre o assunto!

3 dicas para aprender inglês assistindo a séries

Quer aproveitar as horas de folga para aprender inglês? Pois saiba que, para isso, não é preciso carregar livros para todos os lados. Basta ligar a televisão ou acessar a Netflix pelo celular e aproveitar a gama de opções para aprender inglês assistindo séries!

Você pode mesmo usar os seriados como uma forma de reforçar seus estudos e aprender inglês de um jeito divertido. Afinal, todos os anos, as principais emissoras estrangeiras lançam um pacote de novas séries.

De fato, material e diversão é o que não falta na hora de estudar inglês de maneira bem mais descontraída. Ainda assim, nem tudo é tão simples. É fácil dizer: “quer aprender inglês assistindo séries? É só assistir!”, mas, vá por mim: isso vai depender de diversos fatores, como o seu nível de conhecimento da língua, por exemplo.

Como você está usando a série para aprender, vão aparecer coisas que você não vai entender — e isso é normal! Para te ajudar com isso, neste post apresentaremos algumas dicas para você, realmente, aprender inglês vendo séries. Confira!

1. Escolha a série de acordo com sua temática

A vantagem da larga oferta de seriados é que você sempre encontra uma temática que tem mais a ver com seus objetivos e interesses.

Entre plantões médicos, cotidiano da polícia americana, dia a dia em pequenas vilas ou cidades enfestadas por zumbis, sempre vai ter uma série com a qual você vai se familiarizar mais, podendo usá-la como instrumento para aprender inglês.

Se você quer trabalhar sua pronúncia, por exemplo, a série Orphan Black é uma ótima opção, pois fala de uma mulher que tem vários clones, cada um de uma nacionalidade e um sotaque diferente. Aqui, a graça da série é justamente identificar as mudanças de linguagem que a atriz faz ao interpretar cada clone.

Em Once Upon a Time, por sua grande variedade de personagens, são diversos atores de diferentes países de língua inglesa — algo que fica claro se reparamos em seus sotaques.

Já para quem prefere um drama de vida familiar às antigas, Downtown Abbey não deixa a desejar e ainda garante um ótimo contato com o sotaque britânico.

Você também pode optar por séries com episódios mais curtos, como as comédias, mais conhecidas como sitcoms (situation comedies). Assim, além de rir um pouco, você vai ter contato com várias gírias e expressões idiomáticas. Nesse caso, qualquer uma das 10 temporadas de Friends é imbatível!

Na verdade, vale ressaltar que são muitas as sitcons ótimas para aprender inglês. Algumas mais novas, outras, mais antigas — porém, ganhando novas temporadas na Netflix, como é o caso de Gilmore Girls.

informações inglês

2. Para aprender inglês assistindo séries, assista com e sem legendas

De fato, são diferentes as opiniões de professores e especialistas de ensino da língua inglesa sobre como proceder na hora de assistir a série escolhida e aprender inglês assistindo séries. Mas alguns pontos levantados por eles acabam se convergindo. Vejamos os principais:

  • assistir a uma série em inglês sem legendas não fará, necessariamente, com que o aprendizado seja mais rápido;
  • como o foco está no aprendizado do idioma, vale a pena optar por séries com diálogos mais funcionais, e que falem sobre o cotidiano;
  • como você assistirá mais de uma vez o mesmo episódio, séries curtas são mais adequadas como instrumento de auxílio no aprendizado de inglês; o ideal é assistir primeiro com legenda em português, depois, com a legenda em inglês, e uma terceira vez, sem legendas.

Esse último ponto pode mudar de acordo com o seu nível de fluência na língua. Até porque, com o tempo, a tendência é partir direto para o “sem legendas”.

De qualquer forma, lembre-se de que todo processo de aprendizado precisa de paciência e persistência. Então, vá sempre de acordo com suas possibilidades particulares.

3. Reveja as séries

Independentemente de você utilizar a série para aprender mais do idioma ou para manter o contato com ele, evite ficar pressionando o botão de pause continuamente, atrapalhando a exibição do episódio.

Para entender melhor as frases que passam batido e se familiarizar com o contexto, a melhor opção é rever cada um deles quantas vezes for preciso.

Mad Men, por exemplo — a série de 7 temporadas que fez história na TV mundial —, é ambientada entre anos 60 e 70 e, por isso, lança mão de diálogos que podem ser difíceis de se compreender para quem vive em pleno no século 21.

Assim, para absorver toda a riqueza da história do publicitário Don Draper e ainda aprender o inglês coloquial da década “Paz e Amor”, é necessário ver e rever o seriado (que chegou ao fim em 2015).

Aliás, é justamente por essa técnica de rever as séries ser indispensável para reforçar seus conhecimentos em inglês que é tão importante escolher séries do seu gosto, e iniciar com as que de episódios mais curtinhos.

Nesse caso, use as legendas a seu favor e, quando tiver um pouco mais de tempo, assista anotando as dúvidas que tiver. Depois, você poderá saná-las com profissionais preparados para o ensino de língua inglesa.

Pois é: vale sempre lembrar que, embora seja um ótimo recurso aprender inglês assistindo séries, o ideal é que você não abra mão de um curso de idiomas para a conquista de um certificado. Afinal, só ele será mesmo capaz de dar um upgrade no seu currículo.

E aí, gostou do nosso post? Como vimos, além de ser um ótimo instrumento de auxílio, aprender inglês com séries ainda é uma forma divertida de manter o contato com a língua nas horas de folga! E para mais dicas como essa, acompanhe a My Target Idiomas no Facebook.

manual do estudante de Inglês

Inglês australiano e americano: entenda as maiores diferenças

Motivos não faltam para aprender inglês — praticamente um idioma mundial. São mais de 50 nações que usam a língua como idioma oficial. Mas, dependendo do país, a língua apresenta algumas diferenças marcantes! O inglês americano e o inglês australiano são um bom exemplo disso.

Para quem está aprendendo a língua, é perceptível o fato das diferenças serem importantes para aumentar o conhecimento sobre o idioma e o nível de fluência. Entendê-las, principalmente entre o inglês americano e o inglês australiano, servirá, além de tudo, para te introduzir cada vez mais na cultura de países anglófonos.

Por isso, preparamos este post para você entender as principais diferenças do inglês falado nos Estados Unidos e na Austrália. Confira!

As gírias e expressões no inglês australiano e norte-americano

São muitas as expressões e gírias usadas no inglês australiano. Isso acontece tanto pela distância geográfica a outros países de língua inglesa, quanto pela forma como esse idioma se formou na ilha.

O território australiano foi colonizado pela Inglaterra em 1770, e o inglês foi se misturando, ao longo do tempo, com a fala dos povos locais e de diversos imigrantes. Isso atribuiu características únicas, a ponto de em 1820, o inglês dos Aussies, ter sido considerado diferente do britânico.

Uma lenda muito interessante, que envolve a questão da mistura das palavras em inglês com a língua aborígene, é a da origem da palavra kangaroo, inicialmente, uma expressão usada pelos nativos para dizer “eu não entendo” (gangurru), a história conta que quando o colonizador, John Cook, perguntou o nome do animal, foi a resposta que obteve, registrando o bicho com tal nome.

Diferenças de termos no inglês falado

Algumas das diferenças mais marcantes entre o inglês desses países estão em termos bem comuns, falados no dia a dia dos Aussies e dos americanos. Veja alguns exemplos desses termos:

  • ankle biter – child;
  • blokes boys;
  • sheilas – girls;
  • daks – pants;
  • brekkie – breakfast;
  • bikkies – biscuits;
  • barbie – barbecue;
  • roo – kangaroo;
  • servo – gas station;
  • hooroo – goodbye.

A maioria dessas gírias são muito específicas da Austrália e tentar usá-las sem um contexto em que serão bem-aceitas pode ser uma fria, ou seja, só use as gírias quando estiver entre pessoas que também as utilizam.

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Diferenças na pronúncia do inglês australiano

Com um sotaque bem próprio, a forma de falar dos Aussies tem como principal característica a não pronúncia de todas as letras, assim como o mineiro, aqui no Brasil, que, na fala, acaba ocultando o som de algumas letras.

Além disso, é comum a troca do “r” por vogais, principalmente o “r” do final de algumas palavras que não são pronunciados. Também se percebe um som mais “anasalado” em algumas palavras.

Lembrando que essas diferenças são apenas na língua oral e, geralmente, só nativos e pessoas que falam fluentemente a língua inglesa as percebem bem.

Veja algumas distinções no som de palavras quando faladas pelos Aussies:

  • o som /ei/ passa a /ai/ – por exemplo: day se fala /dai/ e não /dei/; yesterday fica /iesterdai/;
  • mate (amigo, pessoa próxima) se pronuncia /mait/;
  • good day – fica parecido com good eye;
  • going – /goin/
  • what? – /wha/
  • car – /cah/

Algo muito comum entre os falantes e aprendizes do inglês é tentar imitar o sotaque australiano. Isso pode soar como um insulto, pois, para eles, as imitações parecem com o que eles chamam de bogari — uma pessoa bêbeda falando.

Diferenças importantes no vocabulário australiano

Não só as gírias são bem diferentes, como vimos, mas o vocabulário também é distante de outros falantes da língua inglesa, principalmente do que é falado nos Estados Unidos. Lembre-se: estamos em um outro continente e, para aumentar essa distância, trata-se de uma ilha!

É normal haver tantas diferenças, assim como temos entre o português brasileiro e o de Portugal. E, nesse ponto, os Aussies se aproximam mais do inglês britânico. Vejamos alguns exemplos de mudanças com relação à América:

  • supermarket (mercado), na Austrália, equivale a grocery store, nos EUA;
  • boot (porta malas) trunk;
  • foot path (calçada) – sidewalk;
  • car park (estacionamento) – parking lot;
  • trash can (lixeira) – garbage bin.

A escrita e a gramática do inglês australiano

Quando o assunto é ortografia e gramática, a Austrália também se assemelha mais ao Reino Unido. Ou seja, para conseguir ler e entender o inglês australiano, basta estar familiarizado com as diferenças entre o inglês britânico e o americano – no acréscimo de algumas letras, retiradas com o tempo pelos linguistas norte-americanos.

Vejamos algumas das marcas ortográficas e gramaticais do inglês australiano em relação ao norte-americano:

  • favourite e centre (Austrália) no lugar de favorite e center (EUA).
  • favour/ favor (o -or de favor nos EUA tem a escrita -our na Austrália)
  • theatre/ theater (-tre no inglês australiano seria o -ter no norte americano)

Essas diferenças são bem poucas, principalmente em relação ao inglês britânico, e com o tempo você vai se acostumando e elas acabam se tornando habituais.

É fato que o inglês está cada vez mais próximo ao dia a dia de todos, seja por meio de games, séries e filmes ou no mundo do trabalho. Portanto, essas diferenças estão cada vez mais fáceis de ser perceptíveis, devido à comunicação em todo o mundo via internet.

Ao visitar outro país, é importante conhecer algumas expressões nativas. Além disso, alguns cuidados são necessários, como não usar gírias em momentos que exigem uma linguagem mais formal. Alguns australianos podem se sentir ofendidos, principalmente se você não dominar bem essas expressões.

Sua meta, por exemplo, pode ser ler e escrever de forma básica na universidade, ter um inglês intermediário para fins profissionais ou de intercâmbio, conseguir falar fluentemente para se mudar do país ou fazer uma certificação como o TOEIC, entre outros objetivos.

Seja você um apaixonado pelo inglês americano ou pelo inglês australiano e suas curiosidades, sempre é importante aprender mais. E o essencial é entender que saber as diferenças do inglês australiano é mais um passo para que você chegue lá!

Compartilhe com seus amigos, em suas redes sociais, para eles também ficarem por dentro das maiores diferenças entre o inglês americano e o inglês australiano.

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Como manter o foco nos momentos de estudo?

Está difícil manter o foco nos estudos? Você já tentou seguir diferentes dicas e métodos e nada deu certo? Então, este post é para você! Separamos as melhores orientações e formas de condicionar seu corpo e seu cérebro dentro daquilo que é necessário para manter a concentração, principalmente nos momentos de estudo. Confira!

1. Livre-se de fatores externos e internos que atrapalham para manter o foco nos estudos

Muitas pessoas reclamam de como as redes sociais tiram o tempo delas, mas ninguém quer ficar sem! Por isso, não podemos desconsiderar a importância das tecnologias e da internet para auxiliar nos estudos. A dica é que você se monitore e tenha disciplina quanto ao uso dessas ferramentas e, na hora de estudar, tudo aquilo que não é parte do material que você vai utilizar deve ser desligado e retirado de cena.

A bagunça no ambiente escolhido para tais atividades também é um fator que interfere no momento de manter o foco nos estudos, por isso, deixe tudo organizado. Os materiais que você utilizará devem ficar com fácil acesso. Caso você tenha materiais de apoio no computador, as pastas precisam ficar ordenadas de acordo com suas necessidades, pois qualquer distração pode resultar no navegador da internet aberto no Facebook.

2. Organize seu dia de acordo com suas necessidades

Para manter o foco nos estudos é preciso organização! Criar cronogramas e planos de estudos semanais pode ser uma boa ideia. Mas é sempre bom lembrar que essas informações não precisam ser memorizadas, pois pode acontecer de você se distrair pensando em qual será sua próxima atividade, portanto, escreva tudo em um papel ou em uma agenda eletrônica.

Definir os objetivos de seus estudos é um grande passo para entender a necessidade de manter a concentração e adquirir os conhecimentos com qualidade e eficácia. Tenha em mente que todo esse esforço será recompensando quando suas metas forem atingidas. Assim, fica muito mais fácil persistir na manutenção da atenção nos momentos de estudo.

3. Separe um tempo para você

Mesmo que você esteja empolgado e queira dedicar sua vida aos estudos, é preciso equilíbrio. Durante o processo de aprendizado faça pequenas pausas, mais ou menos entre os 25 e 30 minutos. Evite que ela seja utilizada para o uso de redes sociais, pois isso pode prolongar esse momento.

Para manter corpo e mente saudáveis, beba muita água, caminhe um pouco e faça exercícios físicos sempre que possível. A concentração para os estudos, seja do dia a dia escolar ou para aprender um novo idioma ou qualquer outra atividade, depende muito de como você está fisicamente e psicologicamente.

4. Crie e desenvolva bons hábitos de estudo

Desenvolver uma cultura de estudos é importantíssimo para obter resultados positivos. Uma dica para criar esse hábito é a opção por horários fixos, pois assim você treina seu cérebro a entender que aquele momento do dia é exclusivo para tais atividades, não correndo o risco de ser pego pelo sono ou por qualquer pequena distração.

O que percebemos de fato é que independentemente de como você vai utilizar essas dicas e métodos, o essencial é saber usá-las dentro de suas possibilidades. Não adianta criar um cronograma de 5 horas diárias de estudo se você não tem esse tempo ou definir que vai aprender em 3 meses se você tem muita dificuldade e provavelmente precisaria de mais tempo. Seja flexível consigo, não se pressione e não carregue seu cérebro com informações além daquilo que é realmente necessário.

Agora que você já sabe como manter o foco nos estudos, que tal compartilhar essas informações com seus amigos em suas redes sociais?

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Entenda por que você deve aprender Mandarim!

Aprender um novo idioma é, sem dúvida, dar um passo importante para o crescimento pessoal e profissional. No entanto, você deve estar se perguntando: será que vale mesmo a pena aprender mandarim?

Nós acreditamos que o mandarim é recomendado para algumas situações especiais:

  • para quem pensa a longo prazo, observa a movimentação ao redor, tem ambição e quer seguir rotas alternativas;
  • para quem pensa fora da caixa e sabe que diferenciar-se dos demais é também aumentar as oportunidades;
  • para quem é fascinado com a cultura chinesa e anseia por conhecê-la em sua totalidade;
  • para os que acham que aprender os idiomas mais recomendados e disponibilizados no mercado não são opções atrativas;
  • para quem busca um novo desafio, um hobbie, uma nova experiência de vida.

Vale a pena conferir as vantagens de aprender mandarim. Neste texto, vamos falar um pouco sobre isso, elencando alguns bons motivos para que você se convença de que aceitar esse desafio pode ser uma ótima e assertiva escolha para a sua vida profissional e pessoal.

No entanto, vejamos antes um pouco sobre a origem do mandarim e sobre os países que têm esse idioma como língua oficial. Boa leitura!

A origem do idioma

O termo “mandarim” começou a ser utilizado no século XVII, quando os comerciantes portugueses negociavam chá, seda e outros produtos com os comerciantes chineses. Desde então, o idioma passou a ser chamado de mandarim pelos portugueses.

Mandarim é, portanto, o nome dado à principal variação da língua chinesa. É o idioma oficial, aprendido por todos e é proeminente principalmente nas regiões central, norte e sudoeste da China. Além deste país, Taiwan, Hong Kong, Macau e Singapura são as nações que, atualmente, têm o mandarim como língua oficial.

guia diferenciais para carreira

Por que aprender mandarim

1. Porque é a língua mais falada do mundo

Mais de 1,3 bilhão de pessoas no mundo usam o mandarim para se comunicar. Portanto, ter o domínio desse idioma abre muitas oportunidades de aprendizado, interação e novas descobertas.

Esse é, sem dúvida, um prato cheio para quem deseja construir a carreira de forma inovadora e diferenciada, uma vez que poucos brasileiros se dedicam a aprender esse idioma. Isso certamente fará toda a diferença em algum momento de sua vida.

2. Porque a China é uma economia forte, em constante crescimento

Quem escolhe aprender um novo idioma traçando objetivos profissionais a médio e longo prazos deve considerar o mandarim como opção. Afinal, a China já possui a segunda maior economia do mundo graças ao seu crescimento nos últimos 25 anos.

Com um PIB que cresce em média 10% ao ano, o país se desenvolvido de forma surpreendente, ampliando seus negócios e expandindo seus mercados.

Saber mandarim mostrará às empresas que possuem relações comerciais com a China que você está um passo à frente, atento à movimentação da economia mundial e às necessidades das grandes corporações. Oferecer o que as empresas procuram aumenta o seu valor profissional e melhora seu posicionamento no mercado de trabalho.

3. Porque o mandarim pode proporcionar grandes experiências

O mandarim abre portas para o conhecimento da cultura chinesa. Ao aprender esse idioma, você também poderá entender as tradições e os costumes dos chineses e conhecer as especificidades daquele povo de maneira intensa e completa — como só quem aprende a língua é capaz de fazer.

Essa afirmação pode, a princípio, não fazer muito sentido — já que também é possível descobrir sobre a cultura de um país falando inglês ou escutando a explicação de tradutores e guias, por exemplo.

No entanto, nenhuma dessas experiências se compara ao aprendizado natural, obtido por meio de conversas com os próprios chineses ou pela observação do estilo de vida da população e dos seus diálogos, da forma como se comunicam e se comportam.

4. Porque você terá grande vantagem competitiva no mercado de trabalho

Aprender mandarim é ter uma carta na manga para futuras e promissoras oportunidades que surgirem em seu caminho — principalmente quando essas oportunidades forem relacionadas a multinacionais e grandes corporações que fazem negócios com a China.

5. Porque o mandarim pode ajudar na valorização salarial

Profissionais que carregam o mandarim no currículo recebem salários maiores. Afinal, eles podem oferecer às empresas algo que é valioso e que poucos dominam. O reconhecimento e a valorização desses profissionais são essenciais para as organizações que desejam mantê-los por perto.

Fazendo uma analogia simples, é como se o profissional fluente em mandarim fosse a porta de acesso a grandes negócios para a empresa. “Fechar” essa porta traria grandes prejuízos e desperdiçaria boas oportunidades de negócios.

6. Porque aprender mandarim ajuda a exercitar o cérebro

Esqueça o alfabeto! No mandarim, as línguas escritas e faladas são diferentes e independentes. Cada palavra possui uma pronúncia e um símbolo com sua forma escrita.

Exatamente por isso, o mandarim é uma língua complexa que requer foco, dedicação e boa memória. Nessa língua, existem mais de 60 mil símbolos (ideogramas) e, destes, cerca de 10 mil são utilizados atualmente.

No entanto, não se preocupe, existem boas técnicas para aprender o mandarim. O processo de aprendizado desse idioma é também um grande exercício para o cérebro e, sem dúvida, um treinamento intenso para exercitar a disciplina, a organização e o cumprimento de metas.

Vale ressaltar que aprender um novo idioma ajuda a melhorar a saúde mental, a treinar a concentração e a otimizar a sua capacidade de aprendizado.

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7. Porque o mandarim é uma língua fascinante

O mandarim é um idioma que não possui conjugação verbal. Ele tem um padrão de linguagem simples e objetivo, em que os elementos, juntos, criam o contexto. Para explicar melhor, traduzindo frases em chinês para o português, seria algo como: “ontem no mercado eu ir” ou “ontem nós ir restaurante”.

Quer mais? Para falar mandarim com propriedade, você precisa aprender a “cantar” as palavras. Isso porque uma mesma sílaba ter cinco tons diferentes e pode significar até 45 palavras diferentes. O que poderá diferenciá-las? A entonação aplicada na voz na hora da pronúncia e no contexto.

Como aprender mandarim online

Como você pode perceber, aprender mandarim é algo extremamente vantajoso, seja para o seu desenvolvimento profissional seja para o pessoal. Dessa forma, além de se matricular em um curso de mandarim online, também é possível aprender com aplicativos online — muitos, inclusive, gratuitos.

Como vale para qualquer idioma, fazer um curso de mandarim depende unicamente da sua dedicação e do seu esforço. Se você está decidido a entrar nesse mundo fascinante, esteja também disposto a dedicar tempo e atenção às aulas e tarefas. Só assim os resultados serão satisfatórios e produtivos.

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informações mandarim

Descubra as diferentes formas de como dizer as horas em inglês

A importância de saber as horas é inegável, afinal, isso influencia em nossas decisões e planejamento para as atividades do dia a dia. Acontece que, o modo de dizer as horas em inglês pode ser um pouco diferente do que estamos acostumados aqui no Brasil.

Para lhe ajudar a tirar essa situação de letra, dedicamos o post de hoje a lhe ensinar como dizer as horas em inglês de diversas maneiras. Preparado? Então acompanhe a leitura!

Como perguntar as horas?

Em primeiro lugar, é preciso saber identificar quando alguém está lhe perguntando as horas durante a conversação.

Geralmente, usa-se a frase “What time is it?” que significa, literalmente, “Que horas são?”, mas você também poderá ouvir – ou dizer – “What’s the time” (Qual é a hora?) ou “Could you tell the time?” (Você poderia me dizer a hora?).

Existem algumas maneiras diferentes de como responder essa pergunta. Quando a hora é exata, ou seja, quando o ponteiro maior estiver no número doze, você pode acrescentar o “o’ clock”, como segue:

  • It’s six o’clock. (São 6h00 em ponto);
  • It’s nine o’clock. (São 9h00 em ponto).

Você também pode usar o sistema anti meridian e post meridian, o famoso a.m. e p.m. Sendo que a.m. é usado na primeira parte do dia e p.m. na segunda parte. Isso é usado para distinguir a manhã da tarde, já que os países que falam inglês não adotaram o sistema de vinte e quatro horas, como no Brasil. Observe:

  • It’s four a.m. (São 4hs da manhã);
  • It’s four p.m. (São 4hs da tarde).
  • informações inglês

Como descrever a variação de minutos?

Existem, basicamente, duas maneiras de dizer as horas com variação de minutos. A primeira é a marcação contínua de tempo, mais conhecida no Brasil e, portanto, mais fácil de utilizar. Veja os exemplos:

  • It’s ten fifteen (São 10h15);
  • It’s seven twenty-three (São 7h23);
  • It’s two forty-five (São 2h45).

É comum utilizar os termos “a quarter” e “a half” para facilitar na contagem. Sendo que “a quarter” equivale a um quarto de hora, ou seja, quinze minutos; e “a half” é meia hora, isto é, trinta minutos. Observe:

  • It’s three and a quarter (São 3h15);
  • It’s eleven thirty (São 11h30).

Como dizer as horas em inglês no modo regressivo?

Há também o sistema regressivo de horas, que utiliza o termo “past”, o qual se diz, basicamente, quanto tempo se passou depois de determinada hora. Veja:

  • It’s ten past two (São 2h10);
  • It’s twenty-five past one (São 1h25);
  • It’s two past two (São 2h02).

Nesse caso, também é possível utilizar “a quarter” e “a half”:

  • It’s a quarter past midnight (São 12h15) – ressalta-se que “midnight” quer dizer meia-noite e “midday“, meio-dia;
  • It’s a half past ten (São 10h30).

Agora, se você quiser dizer quanto falta para determinada hora, use o “to” ao invés do “past”, para tornar mais fácil a compreensão. Compare:

  • It’s fifty-five past six (São 6h55);
  • It’s five to seven (São 6h55 ou “faltam 5 minutos para as 7h”).

Agora que você sabe como dizer as horas em inglês, não deixe de praticar bastante! Aproveite para curtir nossa página no Facebook, lá você encontra muito mais dicas de como arrasar no inglês!

manual do estudante de Inglês

Conheça as principais gírias em inglês faladas em Londres

Você já pensou que, assim como no Brasil, as gírias são usadas em todo momento? Aliás, elas ainda são diferentes em cada região e, até mesmo, em cidades! Pois é, e na Inglaterra não poderia ser diferente, principalmente quando falamos em Londres, capital que se destaca por seu charme quando pensamos em gírias em inglês.

Algumas gírias (slangs) são mais comuns e usadas com frequência pelos Cockneys (moradores de Londres). Neste post, vamos falar sobre como essas gírias se construíram e ainda se constroem ao longo do tempo. Além disso, apresentaremos os principais slangs e seus significados. Confira!

Como surgem as gírias em inglês?

Assim como acontece com os falantes do português, as gírias são criadas a partir das necessidades que envolvem as relações de comunicação. Ou seja, é quando as pessoas de uma mesma comunidade de falantes criam formas particulares e bem específicas de comunicação entre si.

As gírias em inglês surgem nessa mesma perspectiva, porém algumas delas possuem uma singularidade: são a junção de palavras em que, independentemente do sentido real delas, precisam rimar com outras palavras, criando assim, novos sentidos. Parece um pouco confuso, mas você irá entender com nossos exemplos.

informações inglês

O que são Cockney Slangs?

Antes de apresentarmos as gírias, vamos saber um pouco mais sobre o que são Cockney Slangs! Elas são gírias em inglês criadas desde o século XIV pelos moradores de Londres. Durante a Revolução Industrial, o dialeto ganhou força entre os empregados que criavam termos para conversarem sem que os patrões entendessem o que estavam falando.

Um jogo com as palavras, o Cockney pode confundir as pessoas que não sabem de sua existência. As gírias, até hoje, possuem um grande papel na cultura inglesa, por isso, podemos encontrá-las em músicas, filmes e livros.

Quais são as gírias mais usadas em Londres?

Agora que você está por dentro da história das gírias em inglês, vamos conhecer algumas delas e descobrir quando podemos usá-las.

  1. Apples and pears: quando você quer ir para o segundo andar de um prédio, tem que subir as apples and pears. Isso mesmo, esse é o jeito londrino de dizer “subir as escadas”.
  2. Barmy: para dizer que está louco para conhecer Londres, você poderá empregar essa palavrinha. Muito usada para dizer que alguém está maluco/doido por algo ou por alguém.
  3. Barney: pensou nos Flintstones? Isso mesmo, o nome do personagem do famoso desenho é aplicado quando uma pessoa está encrencada.
  4. Bess and Honey: gíria muito comum para dizer que a pessoa está com muito dinheiro ou também que algo custa caro.
  5. Black cab: uma forma bem popular e muito utilizada para se referir ao táxi em Londres.
  6. Bloody: na hora de enfatizar alguma coisa ou mostrar espanto com algo, use Bloody!.
  7. Bodge: sempre que você tiver que improvisar algo para que no fim tudo dê certo, você está fazendo um bodge, a famosa gambiarra, porém em um bom sentido.
  8. Cheers, mate!: essa gíria seria o equivalente a expressão “Valeu, cara!” para nós, brasileiros. Os londrinos também usam o termo China com seus amigos.
  9. Dog and Bone / Al Capone: para ligar para alguém ou conversar pelo whatsapp, em Londres, você vai usar o seu dog and bone ou o nome do famoso gangster, Al Capone.
  10. Loo: você já deve ter escutado de tudo aqui no Brasil quando alguém fala que vai ao banheiro, não é? A gíria londrina para tal, é loo.
  11. Porkies: a junção de Pork and Pies é a maneira londrina de dizer que algo é mentira!
  12. Pode ser o nome de alguém famoso, algumas palavras que rimam e dão um novo sentido a um termo ou pode até mesmo ser a junção de frases mais completas, nas gírias em inglês o mais importante é que você conheça seus usos para não passar vergonha na hora de mostrar sua fluência na língua e interagir melhor com os britânicos.

Quer ficar por dentro dessas e de outras características da língua inglesa? Acompanhe a My Target Idiomas pelo Facebook e não perca nenhuma novidade!

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Conheça as competências profissionais mais exigidas no mercado de trabalho

Sabemos que alguns cargos exigem competências profissionais que não são necessárias em outros. Mas convenhamos: há certas características que fazem toda a diferença, independentemente da área de atuação. Por isso, elas são desejadas pelas pessoas que estão em busca de novos talentos.

Listamos 6 das competências mais exigidas pelo mercado, além de falar sobre a sua importância e como você pode identificá-las e desenvolvê-las em prol do seu crescimento profissional. Confira:

Resiliência

Uma coisa é fato: todo mundo comete erros. Isso não é um defeito, mas sim parte da natureza humana. A maneira como os erros são encarados, no entanto, faz toda a diferença dentro do âmbito profissional.

Se você é uma daquelas pessoas que passa tempo demais pensando em como e por que o erro foi cometido e de quem é a culpa, pare por aí. O mercado de trabalho busca alguém que foque na solução e aprenda com as suas falhas, e não alguém que se importe demais em justificá-las. Isso é ser resiliente.

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Foco em resultados

Mais do que executar as suas tarefas impecavelmente, é essencial que você apresente resultados. Sejam de curto, médio ou longo prazo — dependendo do planejamento e da empresa —, ser capaz de focar em resultados é uma das competências mais valorizadas no âmbito organizacional.

Sendo assim, não se preocupe demais em como realizar pequenas tarefas, mas aonde elas vão te levar. Pergunte-se sempre: “quais são os resultados que eu vou obter?”. Assim você vai saber se está no caminho certo.

Espírito empreendedor

Cuidar da empresa como se fosse sua, buscar soluções quando tudo parece perdido, apresentar ideias que melhorem o dia a dia e facilitem processos… Enfim, fazer a diferença dentro da empresa: isso é ter espírito empreendedor, e essa é uma das competências profissionais bem apreciadas.

Se você não sente que possui essa característica, talvez seja hora de buscar um olhar diferente em relação ao seu próprio trabalho. Buscar leituras e palestras que tratem de empreendedorismo e visão de liderança também são ações válidas para ajudar a desenvolver essa competência.

Agilidade em tomadas de decisão

Para quem não está acostumado, qualquer tomada de decisão importante — característica que agrada às empresas — pode ser um pesadelo. Sendo assim, saia da sua zona de conforto e se arrisque a tomar decisões mais difíceis. Encarar esse desafio vai te ajudar a adquirir certa agilidade.

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Empatia

Trabalhar em uma empresa significa lidar com pessoas, sejam elas gestores, clientes, fornecedores ou colegas de trabalho. Sendo assim, lidar bem as relações interpessoais é algo do qual não se pode fugir. Caso contrário, o clima na empresa fica comprometido.

Nesse sentido, ter alguma empatia é fundamental. Se você tem dificuldades com relações interpessoais, comece fazendo um exercício básico: ponha-se no lugar do outro em toda e qualquer situação. Isso te ajudará a desenvolver essa qualidade.

Autoconhecimento

Conhecer os seus pontos fracos e fortes é importante para te ajudar a entender os seus limites e as suas fontes de motivação. Quando se tem autoconhecimento, o seu trabalho fica mais compatível com o seu perfil comportamental, tornando o dia a dia mais leve, e os resultados, mais assertivos.

Sede de conhecimento é uma das competências profissionais mais buscadas

Essa não é bem uma competência profissional, mas também conta muitos pontos dentro do mercado de trabalho. Independentemente de sua área de atuação, buscar aprofundar cada vez mais os seus conhecimentos específicos é fundamental para que você se torne mais competente e seguro das suas habilidades.

Buscar cursos complementares — como idiomas, informática e gestão de tempo — também agregam valor ao seu currículo e te tornam um profissional desejado pelas melhores empresas.

Agora que você conhece as competências profissionais mais visadas pelas empresas, fica fácil se tornar um candidato dos sonhos para qualquer cargo, não é mesmo?

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