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Vale a pena fazer intercâmbio depois dos 30? Descubra aqui!

Já passou dos 30 e quando contou para os seus amigos e familiares que vai fazer um intercâmbio ouviu muitas “conselhos” que só jogaram você para baixo? Chegou a pensar que não tem mais idade para essa aventura? Não se engane. O intercâmbio depois dos 30 pode até deixar muita gente refletindo se vale a pena, porém, é uma das escolhas mais acertadas nessa idade.

A terceira década de vida geralmente chega quando as pessoas já têm uma família, uma carreira ainda não totalmente consolidada e uma certa crise de idade, além de muitas preocupações que antes não assombravam seus dias.

Nada disso pode impedir a sua procura por um intercâmbio. Muito pelo contrário, já que aprimorar o inglês, fazer uma pós-graduação e/ou conhecer novas culturas podem acrescentar muito mais do que você imagina nesse momento da sua vida.

Não vamos esconder de você a resposta para a nossa pergunta: SIM! Vale a pena fazer intercâmbio depois dos 30, ou dos 40, ou dos 50! E o porquê desse “sim” você vai descobrir continuando a leitura!

Possibilidade de arcar com os próprios custos num intercâmbio depois dos 30 anos

Embora ainda existam pessoas que moram nas casas dos pais e estão em busca de realizar seus sonhos antes de “crescerem” e se tornarem adultos de sucesso, aos 30 anos, geralmente, estamos saindo da faculdade, terminando uma pós-graduação ou empreendendo em nosso próprio negócio.

Independentemente disso, esses fatores podem demonstrar que temos possibilidades de arcar com nossos próprios custos durante um intercâmbio. Além do mais, se você é uma daquelas pessoas que planejam tudo minuciosamente, com certeza, já vem juntando dinheiro desde cedo.

Oportunidade de trabalho permanente

Com um histórico maior de estudos e trabalhos anteriores, o intercambista com mais de 30 anos tem um currículo mais extenso e tende a ser mais amadurecido quanto ao mercado de trabalho.

Contudo, não são todos os países que permitem que estrangeiros trabalhem sem nenhuma ligação com estudos. Na maioria deles, o trabalho terá prazos de duração, porém, as oportunidades em multinacionais existem e podem ser realidade para quem já tem uma carreira consolidada e pretende fazer as malas.

Maior interesse nos estudos e cultura

É depois dos 30 que começamos a perceber a vida de uma maneira diferente. Queremos conhecer o mundo, mas também queremos crescer como pessoas. Diferentemente dos adolescentes e jovens (é claro que existem exceções), os adultos, normalmente, são mais focados em seus objetivos com o intercâmbio.

As pessoas que buscam por um intercâmbio precisam planejar o que querem com ele, assim, os dias no exterior são mais bem aproveitados e garantem boas memórias, além da vontade de voltar ou fazer novos intercâmbios.

Lugares aptos para receber quem passou dos 30

Dependendo do tipo de intercâmbio como o Au pair, por exemplo, a idade máxima pode ser de 30 anos, mas isso não impede que você procure por outros tipos de viagem.

Algumas escolas lá fora já perceberam o interesse das pessoas mais velhas e estão investindo em cursos de inglês e moradias específicas para esse público. Já existem até vagas para hospedagem em casa de família para esse público.

Veja alguns lugares aptos para receber quem passou dos 30:

  • Ilhas de Malta: tem escolas específicas para quem passou dos 29.
  • Espanha: permitem trabalhar (máximo de 20 horas semanais) concomitante aos estudos.
  • Nova Zelândia: o visto working holiday permite o trabalho por 12 meses no país.
  • Inglaterra: possibilidades de estudos nas mais renomadas universidades do mundo.
  • Estados Unidos: as faculdades norte-americanas também são a melhor oportunidade para quem passou dos 30, além das vagas em startups e multinacionais.

Fazer um intercâmbio depois dos 30 é uma realidade para os brasileiros e as agências estimam que mais de 20% do seu público tem em torno dessa idade. Isso era diferente há alguns anos, quando aos 30 já tínhamos que assumir a casa, a família e ter uma carreira consolidada (algo que não impede um intercâmbio hoje). Contudo, atualmente, é muito comum pessoas que esperam essa idade para viajar, pois estão mais maduras e financeiramente bem.

Quer ficar por dentro das melhores dicas de intercâmbio? Baixe nosso e-book “Tudo o que você precisa saber sobre intercâmbio” e comece a organizar esse sonho!

Conheça as diferentes tradições de Ano Novo em outros países

Quando se trata de Ano Novo, as comemorações podem até ter o mesmo propósito — um ano de realizações e repleto de paz, por exemplo. Porém, isso não quer dizer que a maneira de comemorar deva ser igual em todos os lugares. Por isso, os festejos da chegada do Ano Novo em outros países costumam ser bem diferentes do que estamos habituados no Brasil, já que, dependendo da localização, até mesmo a data pode ser outra.

Alguns de nossos costumes são heranças de outros continentes, ou seja, tradições que adaptamos para as nossas festas de fim de ano. Seja vestindo roupa branca, seja pulando sete ondas, seja usando roupas íntimas novas ou, ainda, comendo uvas e lentilhas, cada país tem algo especial para marcar essa data.

Ficou curioso? Continue a leitura e conheça essas diferentes maneiras de comemorar o Ano Novo pelo mundo afora!

O beijo da meia-noite (Estados Unidos da América) é uma das tradições de ano novo em outros países

Quem gosta de treinar o inglês com séries e filmes com certeza já se deparou com uma cena de Réveillon na qual o casal se beija à meia-noite. Isso é uma tradição norte-americana vinda dos festivais romanos, nos quais todos se beijavam como sinal de comemoração.

Outra situação típica na virada de ano é a contagem regressiva na Times Square, em Nova York. Lá, as pessoas se reúnem para esperar a chegada do novo ano e comemoram com doces e balas que caem do céu no fim da contagem.

O réveillon quase brasileiro (Austrália)

Com 12 horas de antecedência em relação ao Brasil, Sydney é a segunda grande cidade do mundo a celebrar o Ano Novo. Apesar do fuso horário, são muitas as semelhanças com o Réveillon brasileiro. A começar pelo clima, já que nessa época também é verão por lá, mas também por causa do clima alegre, amistoso e dos ambientes sempre lotados.

O Réveillon aussie, no entanto, tem algumas particularidades. Por lá, não é costume usar branco e não se pode beber em qualquer lugar, só nos pontos autorizados. Além disso, as crianças não precisam esperar (e nem participar da disputa por um espaço) até meia-noite para ver a queima de fogos nos pontos mais cotados. Isso porque, às 21h, há um show antecipado só para elas.

As várias datas em um país (Índia)

Na Índia, a religiosidade rege as datas de Ano Novo. Os hindus celebram em abril, enquanto no norte e no centro do país, o ano chega em março. Além desses, outros povoados festejam a data em outubro.

Independentemente da época e do lugar, o início do ano indiano é marcado por fogos de artifícios e incensos que são utilizados para afastar a maldade e trazer sorte para o próximo ano.

A Festa das Luzes, chamada de Diwali, é tradicional e utilizada nos festejos de várias partes do país. Além disso, em alguns lugares, é comum os comerciantes fecharem os livros de registros e comprarem outros para atraírem prosperidade com um novo começo.

A dança dos dragões (China)

Também com calendário diferente do ocidente, o Ano Novo chinês é famoso por suas belas festas. Com desfiles de dragões, trocas de dinheiro entre familiares e muita decoração em vermelho, além das luzes para espalhar boa sorte, os chineses recebem o ano bem depois dos brasileiros.

Essa diferença na data se dá por conta do fato de os chineses seguirem o calendário lunissolar, que considera as fases da lua e a posição do sol. Assim, o Ano Novo em outros países pode chegar entre os dias 20 de janeiro e 20 de fevereiro.

Muitos outros países são conhecidos por suas tradições curiosas, principalmente, se pensarmos em como comemoramos a data aqui no Brasil. Na Tailândia, por exemplo, as pessoas saem para a rua com pistolas de água para molhar uns aos outros. Já na Espanha, 12 uvas são comidas a cada badalada na Puerta del Sol, em Madrid.

Então, está aí um bom motivo para manter o passaporte em dia e planejar um Réveillon diferente no próximo ano. As tradições que marcam a chegada do Ano Novo em outros países são diversificadas, e conhecê-las é um passo a mais para quem quer ficar cada vez mais por dentro das variadas culturas que nós compartilhamos.

Para deixar seus amigos também por dentro dessas curiosidades sobre o Réveillon no mundo, compartilhe este post em suas redes sociais! Até a próxima!

Hospedagem em casa de família no intercâmbio: saiba tudo sobre homestay!

Fazer um intercâmbio para aprimorar o aprendizado de novos idiomas é, há tempos, uma das maneiras mais eficazes de ganhar a tão sonhada fluência. Seja para desvendar a elegância do francês, seja para se tornar um Jedi no inglês, a hospedagem em casa de família é uma das opções de acomodação mais procuradas pelos brasileiros (e por outros estrangeiros) que saem para essa jornada.

Durante o intercâmbio, não tem como deixar de pensar no custo/benefício proporcionado por algumas possibilidades de estadia. Alguns exemplos são: hospedagem em casa de família, residencial estudantil, aluguel de apartamento e hotel.

É possível encontrar locais que oferecem refeições e roupa lavada, enquanto outros não liberam nem mesmo a senha do Wi-Fi. Assim, não é sempre que algumas regalias estão disponíveis.

Para você se preparar e não cair em furadas, fizemos este miniguia. A seguir, você vai entender tudo sobre a homestay, que é o nome dado à “casa de família” em inglês. Continue a leitura e descubra o que é preciso considerar antes de escolher o lugar para ficar durante um intercâmbio!

O que esperar da hospedagem em casa de família?

Desde a busca por uma agência de intercâmbio até os primeiros dias na casa eleita por você (ou para você, pois raramente o intercambista faz a escolha), no intuito de evitar problemas simples, é importante saber o que o espera e as possibilidades dessa experiência.

A maioria das pessoas é muito bem-recebidas, enquanto algumas acabam idealizando demais e se decepcionam. Nessas horas, o mais importante é conversar com os moradores e donos da casa, para entender como funciona tudo por lá.

Mesmo com tudo sistematicamente organizado e planejado, nem sempre o que foi programado é concluído como esperado. Contudo, não se desespere: o diálogo é a melhor solução, e você ainda pode conversar com a agência — que, dentro de suas possibilidades, dará apoio ao intercambista para fazer uma melhor adaptação, quando isso for necessário.

Quais as vantagens e desvantagens da homestay?

Você deve ter constatado que existem muitas vantagens na escolha desse molde de acomodação. Entretanto, o que é bom para uma pessoa pode não ser tão vantajoso para outra.

Por isso, trouxemos um apanhado daqueles pontos que são mais levantados nos diários de bordo de quem já ficou em casa de família pelo mundo afora. Acompanhe:

Vantagens

  • maior aproximação com pessoas nativas;
  • mais contato com o idioma;
  • verdadeira imersão cultural;
  • vivências de rotina com a família;
  • facilidades diárias, como lavanderia, refeição etc.

Entre os benefícios, percebemos que um acaba levando a outro. Assim, quando você se aproxima das pessoas da casa (moradores e outros intercambistas), fica, consequentemente, em maior contato com o idioma do país.

Lembre-se também de que existem chances de você encontrar outros intercambistas brasileiros na casa. Por isso, combine, entre vocês, de evitarem ao máximo o uso do português.

A imersão cultural é resultado de todo esse contato direto e diário com pessoas nativas na hospedagem em casa de família. A pessoa aprende a conviver com hábitos distintos daqueles aos quais está acostumada. A alimentação, por exemplo, é muito diferente de um país para outro, assim como as formas de diversão também podem variar (e por aí vai).

Desvantagens

  • seguir regras da família;
  • menor liberdade com horários dependendo de sua idade;
  • tendência de ser um pouco mais longe das escolas.

Você pode não ter tanta liberdade como em outros tipos de acomodações. E isso inclui ter hora para fazer tudo (comer, voltar para casa ou tomar banho) e precisar avisar sempre que não for fazer uma refeição em casa, por exemplo.

Por isso, é importante considerar esses fatores antes de optar por uma homestay durante o intercâmbio. Até porque, geralmente, as casas de família ficam mais distantes da escola — e você precisará conhecer todos os meios de se locomover até lá.

Não se esqueça de que nem sempre tudo são flores. Você pode acabar caindo em uma casa cheia de regras que não são muito comuns aos seus costumes, mas tudo acaba virando aprendizado cultural.

Pode ser preciso tirar os sapatos todas as vezes que chegar da rua ou, então, só poder tomar um banho por dia. O mais importante é nunca deixar de seguir as regras, por mais que discorde delas — isso é essencial para garantir uma boa relação dentro da casa.

Como a família é selecionada para receber o intercambista?

As famílias precisam fazer um cadastro. Ou seja: elas são avaliadas quanto à possibilidade de receber um estudante e/ou outros visitantes. Também é realizada uma pesquisa de antecedentes e conduta de cada família.

Quando aptas para tal, essas pessoas recebem as informações dos candidatos à moradia, e, ao mesmo tempo, a agência — ou escola — avalia se as características do candidato se encaixam com as de seus possíveis anfitriões. E depois, cada intercambista que se hospeda, ao final, faz uma avaliação para a escola ou agência por onde contratou o intercâmbio.

Como se comportar em uma casa de família no intercâmbio?

Usualmente, as casas são bem grandes, com dois ou mais andares. Dessa maneira, pode ser que os moradores tenham um andar separado para eles. Contudo, esse fator não descarta os momentos de entretenimento.

Busque formas de ficar por perto sempre: vocês podem combinar de fazer passeios nos finais de semana ou de assistir a filmes e séries juntos, por exemplo. Algumas famílias fazem questão de envolver os intercambistas em suas atividades.  Assim, é possível aproveitar para dar uma turbinada no idioma e, consequentemente, conhecer mais da cultura do país.

O estilo de vida em uma hospedagem em casa de família não é muito diferente do que você vive em sua casa. Há residências com famílias grandes e outras com apenas duas pessoas. Nem sempre o intercambista vai gostar muito de quem mora com ele ou vai amar todo mundo e criar laços duradouros.

A experiência é única — e a acomodação mais adequada para você é aquela que segue seu estilo de vida. Além disso, considere opções que estejam de acordo com sua situação de intercâmbio e com o tempo que permanecerá fora do Brasil.

Para evitar uma estadia conturbada, busque conversar com a família e entender as regras e os costumes da casa. Além disso, esteja disposto a fazer o máximo para se adaptar à rotina dos moradores, pois, como vimos, isso faz parte da experiência de hospedagem em casa de família.

No vídeo abaixo, nossos intercambistas contam um pouco da experência e as vantagens da hospedagem em casa de família no intercâmbio. Tanto para adolescentes quanto para pessoas um pouco mais maduras, há muitas vantagens nesse tipo de hospedagem. Veja como participar de um intercâmbio MyT!

6 países que falam italiano como língua oficial

Apesar da importância da língua inglesa, poder se comunicar em outros idiomas é um diferencial bastante valorizado no mercado. Aprender italiano, por exemplo, te permite falar um idioma que é utilizado em 27 países, dos quais, seis são países que falam italiano como língua oficial.

Considerada uma língua romântica, o italiano pode agregar na carreira e ainda possibilitar que você conheça lugares incríveis, com culinárias saborosas e culturas musicais invejáveis. Confira abaixo quais são os países que têm esse idioma como língua oficial e comece já a planejar sua viagem!

Por que aprender italiano?

Parece mentira, mas o italiano é a terceira língua materna mais utilizada na União Europeia (UE), estando na comunicação de 63 milhões de pessoas. Ou seja, sabendo esse idioma, você consegue desfrutar de uma experiência completa em uma parte considerável da Europa.

Apesar de ser uma das dez mais importantes nos negócios nos próximos 20 anos, uma pesquisa realizada pela British Chambers of Commerce identificou que o idioma italiano é um dos mais deficitários entre os empresários, demonstrando que 76% dos entrevistados não falava a língua.

Além disso, ainda há outra vantagem para os brasileiros buscarem cursos de italiano: quem fala línguas como português ou espanhol tem mais facilidade em aprendê-lo, tanto gramatical quanto oralmente. A seguir, veja só quais países têm esse lindo idioma como língua oficial.

informações italiano

Quais são os países que falam italiano como língua oficial?

1. Itália

A mais conhecida, a Itália é um país localizado no centro-sul da Europa. Além de ser um dos países cujo mercado está em expansão, tendo contribuído para o crescimento da valorização da língua italiana, é bastante procurado para lazer.

É um dos berços da ópera e tem o reconhecimento mundial de ser um país com pessoas alegres e comunicativas, que gostam de se reunir e fazer festas. Nestes momentos, o que não falta são pratos com molhos e queijos, como pizza, raviolli, lasanha e canelone.

2. Vaticano

Logo ali, dentro de Roma, o Vaticano é conhecido por ser o centro da Igreja Católica. Uma de suas principais atrações turísticas é a Capela Sistina, que abriga Juízo Final e A criação de Adão, as famosas obras-primas do artista Michelangelo.

Além disso, é o menor país da União Européia, com 0,44 km² de extensão e cerca de mil habitantes. O benefício é poder visitar todo o território, suas curiosidades e seus pontos turísticos em apenas um dia!

3. Croácia

Fronteiriço com a Eslovênia e a Hungria, a Croácia concentra os falantes do italiano na região da Ístria. Essa cidade fica localizada na península chamada coloquialmente de “Toscana da Croácia”.

O nome se deve aos muros que cercam o local, as plantações de uva e também à presença de uma arena semelhante ao Coliseu romano, criado em 68 d.C, onde ainda persistem apresentações de teatro, música e dança.

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4. Suíça

Lá, o italiano é o terceiro idioma mais falado. Apesar do pequeno território, a Suíça é mundialmente conhecida por seus chocolates que derretem na boca e os relógios extremamente conceituados.

Os costumes culinários estão voltados ao consumo de queijos suíços, como Gruyère e Emmental, que proporcionam fondues incríveis — principalmente se apreciados nas paisagens dos famosos Alpes suíços.

5. San Marino

Menos conhecido que o Vaticano ou a Suíça, San Marino é um país que fica localizado no centro da Itália, próximo à Cordilheira dos Apeninos.

Com cerca de 30 mil habitantes, possui apenas 61 km² de extensão e tem o turismo como uma das maiores fontes econômicas do país. Além da cordilheira, as Três Torres de San Marino são atrativos arquitetônicos que atraem turistas a mais um dos países que falam italiano.

6. Eslovênia

Esse pequeno país do leste europeu faz fronteira com a Itália, Áustria e Croácia e é banhado pelo Mar Adriático. Possui diversos castelos, além de ser o berço do maior complexo de cavernas visitáveis da Europa.

É um país com uma rica paisagem natural, cheia de rios e lagos, ideal para raftings, passeios em bote e até banhos em cachoeiras. Uma curiosidade é que o símbolo de sua capital é um dragão verde, que remonta a antigas histórias medievais.

Gostou de conhecer mais sobre outros países que falam italiano? Deixe seu comentário e conte pra gente se isso aguçou sua vontade em aprender italiano, fazer viagens incríveis e ainda se destacar no mercado de trabalho!

guia completo de intercâmbio

Confira os países que não exigem visto para brasileiros

Viajar para o exterior é um desejo de muitos brasileiros. No entanto, apesar do surgimento das oportunidades para turismo ou mesmo para um curto intercâmbio, ainda é necessário enfrentar uma das partes mais burocráticas em uma viagem internacional: obter o visto. Quais os países que não exigem visto?

O processo para obtenção desse documento envolve a análise de vários aspectos, como seu tempo de permanência no país e quais são seus planos, além de que, muitas vezes, é demorado. Portanto, isso pode desanimar muitas pessoas que querem realizar a viagem, afinal, ainda há um risco de não conseguir tirar o visto.

Por isso, para facilitar sua tão sonhada viagem ao exterior, separamos, de acordo com cada continente, uma lista com alguns países que não exigem visto para brasileiros. Confira e faça as suas malas!

África

Planejar uma viagem para o continente africano é uma ótima oportunidade para que os brasileiros conheçam um pouco mais a riqueza das culturas que contribuíram para a formação da identidade do nosso país.

Sendo assim, é possível destacar países do norte da África, como Marrocos e Egito até a África do Sul e a Namíbia, um destino inusitado em relação aos demais. Nesses locais é possível permanecer até 90 dias sem o visto.

América Latina

Excluindo-se a Guiana Francesa, os países sul-americanos não exigem visto para a entrada de brasileiros. Dessa forma, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Equador, Venezuela, Colômbia, Suriname, Guiana e Peru são países onde precisamos estar apenas com a carteira de identidade para visitar.

Ademais, conhecer as ilhas caribenhas e as maravilhosas paisagens da América Central também não exige tamanha burocracia. Isso porque em lugares como Bahamas (permanência permitida por 14 dias), Costa Rica, El Salvador, Granada, Guatemala, Honduras, Jamaica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana a entrada de brasileiros é permitida sem o visto. No México, os brasileiros podem permanecer por até 180 dias sem o documento.

Europa

Realizar um tour pela Europa e conhecer a história, cultura, gastronomia e arquitetura dos locais que fazem parte do velho continente é um sonho que pode se tornar realidade para vários brasileiros.

Afinal, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia Holanda, Hungria, Itália, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, Rússia, Suécia e Suíça são outros países que não exigem visto pelo período de 90 dias.

Oceania

Você já considerou ir à Oceania? Saiba que a Nova Zelândia é um destino que vale a pena conhecer neste continente pouco abordado para o turismo.

O país conta com paisagens exuberantes, natureza exótica e cidades com altíssimo desenvolvimento socioeconômico. Sendo assim, aproveite que o visto não é uma obrigatoriedade e conheça esse lugar incrível!

Ásia

Por fim, quem deseja conhecer as particularidades da cultura asiática tem como opção a Coreia do Sul, Tailândia, Malásia, Cingapura e Filipinas. Além disso, na China, as regiões de Hong Kong e Macau também não exigem o visto.

Vale ressaltar que a permanência sem o documento é válida por 90 dias e em alguns desses países é possível que seja exigido o cartão de vacina, por isso, mantenha-o em dia.

Portanto, pode-se perceber que, apesar de não exigir visto para brasileiros, a maioria dos países estabelecem um tempo máximo de permanência e podem exigir documentações específicas, como carteira de identidade e passaporte.

Além disso, é importante ter em mãos a passagem de retorno para o Brasil e um comprovante de renda, pois na Alemanha, Espanha e França, por exemplo, esta é uma obrigatoriedade.

Agora que já sabe quais são os países que não exigem visto, compartilhe este post em suas redes sociais para que seus amigos também conheçam esses locais e “caiam no mundo”!

guia completo de intercâmbio

Quer ingressar em uma faculdade nos EUA? Aprenda o passo a passo!

Se ingressar no ensino superior já é bom, ser aceito em uma faculdade nos EUA enriquece o currículo de qualquer estudante e amplia as suas chances de conquistar uma boa oportunidade, independentemente de sua área de atuação.

Convém reiterar, no entanto, que o processo seletivo de instituições estrangeiras é, sem dúvida, mais rigoroso quando comparado aos procedimentos que dão direito a uma vaga em território nacional.

Para você que realize esse sonho, escrevemos este post com as principais orientações as quais é preciso ficar atento. Acompanhe:

Informe-se sobre o processo seletivo para fazer faculdade nos EUA

À 1ª vista, pode até parecer que estamos sendo redundantes, mas é, de fato, crucial que você busque informações sobre o processo de admissão. Isso porque é facultativo, a cada faculdade nos EUA, a liberdade de definir as suas próprias exigências para a seleção de estudantes estrangeiros.

Antes de se submeter ao Scholastic Assessment Test (SAT ou, em bom português, teste de aptidão escolar), o ideal é participar de simulados. É válido, inclusive, recorrer a uma estratégia muito utilizada por estudantes que prestam vestibular em ambiente doméstico.

Para efeito de treinamento e de avaliação do seu desempenho, busque questões de provas antigas e tente resolvê-las. Obrigatório para aspirantes a todas as graduações, o exame é composto pelas disciplinas básicas que integram a matriz do ensino médio.

informações inglês

Aprimore a sua fluência em inglês

A fluência em inglês é um diferencial bastante importante nesse processo. Não é exigido que o candidato tenha a mesma desenvoltura de um nativo, mas o seu conhecimento deve ir muito além da conjugação do verbo to be.

Em outras palavras, o seu domínio precisa ser suficiente para assegurar a sua aprovação no TOEFL, teste que avalia a sua proficiência no idioma, no qual o estudante precisa atingir pelo menos 61 pontos, de um total de 120.

Ter morado previamente no país ou ter participado de um intercâmbio são experiências válidas, pois você já passou por situações em que teve que exercitar, na prática, a sua capacidade de comunicação.

Agora, se esse não é o seu caso, a dica é: treine! Peça ajuda de outros falantes em níveis avançados, assista a filmes, ouça músicas e busque na internet outros tipos de materiais que possam te ajudar.

Seja bem recomendado

Além de esperarem que você demonstre ser merecedor de uma vaga na instituição, os gestores consideram muito a opinião de terceiros sobre você. Em outras palavras, esse pode ser um belo impulso para os seus planos de estudar em uma faculdade nos EUA.

Preferencialmente, a carta de recomendação deve ser assinada por um professor ou por um diretor que participou da rotina do aluno no Brasil e está apto, portanto, a atestar as suas habilidades.

O texto do documento deve especificar, de maneira objetiva, quais são as principais qualidades do estudante, que também deve se valer do seu histórico escolar como um “cartão de visitas”.

Manter uma trajetória regular, no qual são frequentes as boas notas, também pode se converter em um atalho para a aprovação. Por fim, vale lembrar que é recomendável que a estabilidade também se aplique à vida financeira do candidato. É essencial que ele tenha recursos para se manter.

Empolgou-se para se inscrever no processo seletivo de uma faculdade nos EUA?

Confira esse vídeo sobre a Stanford University para conhecer um pouco melhor o mundo acadêmico nos Estados Unidos e compartilhe esse post com seus amigos!

Rumo ao Canadá: guia de imigração para Québec

Ah, o Canadá! As paisagens maravilhosas, a modernidade, a segurança e o grande número de oportunidades certamente fazem do país um dos destinos mais procurados por quem busca novas experiências. Caso esse seja seu objetivo, saiba que Québec — segunda província mais populosa do país — pode ser o destino ideal. Mas, como funciona a imigração para Québec?

Única província canadense de maioria francófona, ou seja, que utiliza o francês como primeira língua, o Québec oferece inúmeras possibilidades para quem deseja adotá-lo como novo lar. No entanto, é preciso primeiramente saber quais as exigências e demais passos necessários para tornar essa grande mudança realidade.

Pensando nisso, no post de hoje preparamos um guia completo com tudo o que você vai precisar para realizar com sucesso a imigração para Québec. Acompanhe!

Por que decidir pela imigração para Québec?

Tomar uma decisão como a de imigrar para um país totalmente diferente do nosso é certamente um marco na vida. Afinal, deixar para trás família, amigos, hábitos e lugares favoritos é algo que abala até mesmo os corações mais frios.

Por falar em frio, quem tem como objetivo morar no Canadá precisa definitivamente se acostumar com ele: o Québec tem uma média de 107 dias de neve por ano — o que favorece a prática de esportes como o snowboarding, o esqui e a patinação no gelo, bastante populares por lá.

Sendo assim, é preciso estar preparado. Em algumas regiões do Brasil, por exemplo, é possível afirmar que o verão dura praticamente o ano inteiro. Nos estados em que as temperaturas baixas são mais comuns, o termômetro pode até chegar perto de 0º e atrair milhares de curiosos, mas raramente caem a ponto de atingir números negativos como no Québec, que chega à casa dos -13º no inverno.

No entanto, estamos aqui para falar das maravilhas que a província pode proporcionar, não é mesmo? Confira, abaixo, algumas das vantagens mais interessantes para quem sonha em imigrar para Québec:

Economia e oportunidades

Carregando o segundo maior PIB do Canadá, o Québec é conhecido pelo desenvolvimento econômico, diversidade cultural, modernidade, recursos naturais, telecomunicações e tecnologia.

Por falar nisso, é relevante citar que as indústrias de alta tecnologia da província vêm se expandindo cada vez mais. Sendo Montreal (maior município de Québec) a quarta cidade da América do Norte que mais gera empregos nesse setor.

É válido mencionar que entre as prioridades de imigração para a província está o preenchimento de oportunidades para profissionais de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), como os formados em Ciências e Engenharia da Computação, Engenharia Elétrica ou Eletrônica e Técnico em Informática.

Educação gratuita de qualidade

O governo da província oferece ensino público de qualidade à população desde o jardim de infância até a universidade. Além disso, na esfera privada, as instituições de educação superior quebequenses possuem as mensalidades mais baixas da América do Norte.

Segurança e qualidade de vida

Esse é um dois principais fatores que atrai até mesmo os próprios canadenses para a província. De acordo com o Statistics Canada — a agência nacional de estatísticas do país —, ela está entre as dez mais seguras de todo o mundo! Para quem está acostumado com a falta de segurança presente em grande parte do nosso país, essa informação não é nada mal, certo?

Esse fator, somado à eficiência do transporte público, ao excelente sistema de educação e às vantagens consequentes da diversidade cultural, garante uma ótima qualidade de vida para os cidadãos.

Qual o passo a passo da imigração para Québec?

Após conhecer alguns dos benefícios mais procurados por aqueles que desejam imigrar para Québec, chegou a hora de saber quais os requisitos você deve preencher e quais documentos será preciso ter em mãos.

De início, para imigrar para o Canadá pelo Québec é preciso se encaixar em um ou mais critérios listados abaixo (não tem problema se você se identificar com apenas um):

  • residir ou ter residido temporariamente no Québec como um trabalhador temporário legal;
  • ter obtido ou estar prestes a obter um diploma de um estabelecimento de ensino do Québec que siga as exigências do Programme de l’expérience Quebecoise (Diplômé du Québec), ou ter um diploma quebequense obtido na França ou no Canadá no máximo há 5 anos;
  • residir ou ter residido temporariamente no Québec como estudante estrangeiro em algum curso profissionalizante ou superior (aqui não são aceitos cursos de línguas);
  • residir ou ter residido temporariamente no Québec em um programa de intercâmbio para jovens, obedecendo a exigências como as listadas no site de imigração canadense;
  • possuir uma oferta de emprego validada pelo Ministério de Imigração e Cidadania do Canadá (MICC);
  • você ou seu cônjuge (para os casais) possuírem uma profissão requisitada pela província.

Encaixando-se em algum ou mais critérios, você deverá preencher os formulários de aplicação no site oficial do governo do Québec para imigração e entrar com o pedido, depois de analisar e definir em qual categoria você se encaixa.

Uma dica interessante é participar das palestras gratuitas ministradas e realizadas online pelo próprio site para entender sobre a vida, o trabalho e os estudos na província.

Logo após isso, você finalmente precisará passar por uma entrevista, que ocorre normalmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador ou Recife. Nesse momento, pode esquecer o português: você irá conversar com algum representante do Escritório utilizando apenas o francês ou o inglês — é a oportunidade perfeita para você demonstrar seus conhecimentos e habilidades em um desses idiomas!

Caso você passe na entrevista, receberá na hora o CQS (documento que certifica a sua seleção e aprovação para morar no Québec). A partir daí, o próximo passo é mandar alguns documentos para o Consulado Canadense, como certidões de antecedentes criminais, atestados de saúde e testes de conhecimentos linguísticos como:

  • IELTS, para o inglês;
  • DELF, DALF, TCFQ, TCF ou TEFaQ, para o francês.

Depois de passar nesses quesitos, você receberá o visto em seu passaporte. Apesar de não ser um processo tão simples assim — como é de se esperar de um procedimento de imigração para Québec —, buscar novas experiências em um lugar fantástico como o Canadá faz todo o esforço valer a pena.

Agora que você já sabe exatamente como funciona a imigração para Québec e conhece todas as vantagens que uma mudança como essa pode proporcionar para a sua vida pessoal, profissional e acadêmica, que tal começar a correr atrás desse sonho? Fazendo as devidas pesquisas e tendo em mãos todos os documentos necessários, o caminho para o Canadá certamente ficará mais próximo do que você imagina.

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Comunidades brasileiras no exterior: como é viver em outros países?

Morar fora do país é sinônimo de busca por qualidade de vida: aprender um novo idioma, uma nova cultura e empregos com melhores condições. A crise financeira, o aumento da taxa de desemprego e a violência são alguns dos motivos apresentados por quem opta por sair do país. Já imaginou como são as comunidades brasileiras no exterior?

A estimativa do Itamaraty é de que haja mais de 3 milhões de brasileiros vivendo no exterior. Mas, para dar este passo, não é só arrumar as malas e pegar um avião. Por isso, preparamos dicas para que você entenda melhor sobre as comunidades brasileiras no exterior.

Países mais receptivos

Antes de se aventurar a sair do país, é importante pesquisar e se informar com outros brasileiros. Com uma proposta de emprego, o processo é mais fácil. Mas fora desta condição, a dica é tentar imigrar para o Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos e Irlanda, porque esses países permitem permanência de, pelo menos, seis meses para estudantes.

Você pode se matricular em algum curso da sua área ou até mesmo em um curso de idiomas, assim você aprende e já pratica imergindo na cultura local. Neste período, você pode trabalhar no expediente contrário ao do seu curso. As áreas de atuação variam desde alimentação (bares e restaurantes) até hospitalidade e serviços. A seguir, veja a lista de países mais receptivos:

De acordo com a estimativa do Itamaraty, os cinco países com maior número de imigrantes brasileiros são: EUA (1,4 milhão), Paraguai (332 mil), Japão (170 mil), Reino Unido (120 mil) e Portugal (116 mil). Cada país tem sua particularidade e você deve conhecê-las bem antes de partir rumo ao seu destino.

Estados Unidos

Nos EUA, o custo de vida é alto, portanto você deve estar disposto a realizar muitos serviços, como pintar a casa, para economizar. Dar gorjeta é essencial, faz parte da cultura e é quase lei. O serviço de saúde não é totalmente gratuito como muitos pensam, por isso não abra mão do seguro-saúde. Saber bem o idioma faz toda a diferença na hora de conseguir um emprego, por isso invista em um curso antes de sair do país.

Paraguai

O Paraguai é uma boa opção para investidores, pois tem oportunidades de crescimento. Ao mesmo tempo, é um país pobre e possui os mesmos problemas políticos e sociais do Brasil.

Japão

No Japão, a moeda iene é desvalorizada e não tem conversão para o real. A convivência com brasileiros no país não é bem-vista e pode gerar concorrência. Em compensação, a cultura e história do país são apaixonantes.

Reino Unido

O Reino Unido precisa de muita mão de obra e oferece vários empregos para quem possui visto, como cleaner (limpador), kitchen porter (auxiliar de cozinha), babá, garçom, courier (entregas), cuidados de idosos, construção civil, entre outros. Apesar do custo de vida alto, o pagamento é em libras, moeda bastante valorizada.

Portugal

Já Portugal tem a vantagem do idioma, mas para trabalhar lá é preciso o visto. O país também é indicado para quem deseja estudar, pois possui oito das melhores universidades do mundo.

Países com maior abertura a visto de trabalho e residência

Durante seis meses, você consegue estudar e trabalhar, levando no diploma um reconhecimento internacional. Mas, muitas vezes, a experiência é tão proveitosa que a vontade de permanecer no país é maior do que a saudade de casa. Canadá, Austrália e Nova Zelândia costumam ter mais abertura para pedidos de visto de trabalho ou de residência.

Guia importante sobre as comunidades brasileiras no exterior

O Ministério das Relações Exteriores tem um site exclusivo sobre brasileiros imigrantes. Além de informações úteis para quem está morando fora do país, há a indicação das Associações Brasileiras pelo mundo, facilitando a vida de quem deseja trocar experiências com um conterrâneo. Existe, também, um mapa indicando quais são os países que mantém relações diplomáticas com o Brasil.

Agora que você sabe mais como é viver em outros países e quais são as principais comunidades brasileiras no exterior, ficou mais fácil de transformar esse sonho em realidade, não é? Nós teremos o maior prazer em lhe ajudar neste projeto de vida. Acompanhe a My Target Idiomas no Facebook para conhecer mais sobre esse universo e tornar-se um cidadão global!

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7 lugares para fazer intercâmbio e aprender inglês

Ter uma experiência no exterior faz parte dos sonhos de muita gente. A boa notícia é que morar e estudar fora está cada vez mais ao alcance dos brasileiros. Nesse cenário, os melhores lugares para fazer intercâmbio são Estados Unidos e Canadá.

O sucesso do intercâmbio canadense se deve aos custos mais baixos em relação aos outros destinos, facilidade para obtenção do visto, segurança, qualidade do ensino e hospitalidade. Conheça as principais cidades para se fazer um intercâmbio:

toronto

1. Toronto é um dos melhores lugares para fazer intercâmbio

Toronto é a maior cidade do Canadá e a quarta maior cidade da América do Norte. Considerada uma das cidades mais multiculturais do mundo, é uma metrópole que atrai milhares de imigrantes todos os anos.

O custo de vida é um pouco mais barato do que nos Estados Unidos e o processo do visto é mais fácil, para quem deseja fazer intercâmbio para estudar inglês. A cidade oferece uma grande rede de escolas de idiomas.

Toronto tem as quatro estações bem marcadas, com um inverno rigoroso e um verão quente. Para quem gosta de sair, a cidade é bem agitada. São vários bares, baladas e de tudo um pouco para fazer à noite. Mas lembre-se: a idade mínima para entrar nesses lugares é de 19 anos. Já para consumir bebida alcoólica, somente aos 21 anos.

O interessante é que a cidade tem bairros temáticos bem distribuídos, como Chinatown, Little Italy, uma parte portuguesa e outra grega. Se você optar por fazer intercâmbio em Toronto, é possível conhecer várias culturas em um só lugar.

boston

2. Boston

Berço da revolução americana, Boston atrai pela sua cultura, esportes e alta qualidade de ensino. A arquitetura enche os olhos e é impressionante a mistura do charme coloquial com a sofisticação urbana.

A cidade é a capital do estado de Massachusetts e conta com 5,8 milhões de habitantes. O clima, de novembro a março, é muito frio e geralmente neva. Junho e julho são meses quentes e úmidos.

O transporte público é de qualidade e disponível em várias opções como metrô, ônibus e táxis. Por lá, uma vaga de garagem é um artigo de luxo, então, muitas pessoas não têm carro.

Para quem gosta de sol e mar, as praias são uma excelente opção para curtir aos finais de semana. Além disso, a região é ótima para praticar atividades ao ar livre. Há muitos lagos, parques e montanhas para aproveitar nos dias quentes.

Já nos dias frios, o ski e o snowshoeing são os esportes escolhidos. Durante o inverno, os programas mais cotados são em lugares fechados, como os museus.

chicago

3. Chicago

A cidade fica no estado de Illinois e é a terceira maior cidade do país. Abriga um dos maiores lagos do mundo, o Lago Michigan, e tem 31 praias em sua costa. Chicago é um dos maiores centros empresariais do mundo e a arquitetura chama a atenção pelos altíssimos arranha-céus.

A cidade tem quatro estações bem definidas e é conhecida como a “Cidade dos Ventos”, por causa das correntes que vêm do Polo Norte. O clima é bem extremo visto que as temperaturas podem variar de -20 ºC no inverno a mais de 30 ºC no verão. Assim, as melhores estações para visitar Chicago são o outono e a primavera.

É uma ótima opção para quem quer conhecer a fundo a cultura do país, pois Chicago é considerada a cidade mais americana de todo os Estados Unidos.

Além disso, ela é considerada o terceiro maior centro urbano do País, perdendo somente para Nova York e Los Angeles. Como toda grande cidade, Chicago é repleta de atrações para se divertir e passear, como museus e restaurantes com gastronomia diferenciada.

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4. Denver

Capital do Colorado, Denver é a cidade ideal para os amantes da natureza e atividades ao ar livre. Quem faz intercâmbio em Denver, pode desfrutar de uma das estações de esqui mais famosas do mundo, a Vail.

Com as montanhas Rochosas no horizonte, Denver fica no centro geográfico dos EUA e gira em torno de uma rua. A 16th Street é uma espécie de calçadão repleto de lojas, galerias de arte, restaurantes, sebos e livrarias.

Apesar de chegar a temperaturas bem frias durante o inverno (cerca de -7 ºC), Denver é uma cidade muito ensolarada. Normalmente, são cerca de 300 dias de sol no ano.

Os dias de sol são propícios para aproveitar os inúmeros parques espalhados pela cidade ou fazer um passeio de bicicleta, pelos mais de 1000 quilômetros de ciclovias pavimentadas.

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5. Los Angeles

Apelidada de “cidade dos anjos”, Los Angeles é a capital criativa do mundo, abrigando muitos artistas, escritores, cineastas, atores, bailarinos e músicos.

É ideal para quem deseja estudar inglês e ter muitos momentos de lazer. A cidade conta com vários pontos turísticos como a Calçada da Fama, Beverly Hills, Hollywood, Venice Beach e o Disneyland Park, um dos lugares para fazer intercâmbio com muitos pontos turísticos.

Em Los Angeles, durante quase o ano todo, o clima é de verão. A maior vantagem da cidade dos anjos é ter uma média de temperatura entre 15 ºC e 23 ºC durante o dia. À noite, a temperatura chega no máximo aos 7º.

Los Angeles também foi apelidada como a cidade dos automóveis, visto que contam-se mais veículos do que pessoas. Esse fato se deve ao sistema público de transporte ser um dos mais antigos do país. Assim, há vários quilômetros de rodovias e muitas pistas.

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6. Nova York

Conhecida como a cidade que nunca dorme, Nova York é a cidade mais populosa dos Estados Unidos e um dos melhores lugares para fazer intercâmbio. É ideal para aprender inglês e aproveitar todos os atrativos de um dos destinos mais procurados do mundo.

Um intercâmbio em Nova York é uma oportunidade para conhecer de perto e viver a cultura americana. Muitos pontos turísticos tornaram-se conhecidos mundialmente, como a Estátua da Liberdade, o Central Park e os arranha-céus como o Empire State Building .

O transporte público é o mais utilizado, principalmente o metrô, uma vez que o trânsito em NY é intenso. Além de segurança, os moradores de Nova York têm acesso à cultura em cada esquina, com museus, bibliotecas públicas e livrarias excelentes. No entanto, a cidade tem um dos custos de vida mais caros do país.

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7. San Diego

San Diego, na Califórnica, está a 180 km de Los Angeles. É ideal para um intercâmbio cultural, pois surpreende pela beleza natural e alta qualidade de vida.

Com dias ensolarados e praias limpas, a cidade é uma ótima opção para quem gosta de surf. Mas também é culturalmente rica e conta com museus, teatros, jardins e centros de arte.

Para quem deseja um intercâmbio com vida noturna agitada, San Diego é uma boa escolha. As baladas começam e terminam cedo em Downtown e Pacific Beach, mas são extremamente animadas. A cidade é tão segura que é possível voltar das festas a pé, as 2h da manhã, tranquilamente!

Viver e estudar em um país diferente é a maneira mais efetiva, rápida e divertida de aprender uma nova língua. Além disso, é possível se divertir, fazer novos amigos, conhecer uma nova cultura, lugares para fazer intercâmbio, e adquirir experiência.

E aí, gostou de conhecer diferentes lugares para fazer intercâmbio? Compartilhe esse post com seus amigos nas redes sociais e os motive a viajar também!

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4 dicas de como planejar a primeira viagem internacional

Você pretende viajar para fora do país pela primeira vez? Que tal planejar sua primeira viagem internacional? Isso é muito excitante, não é? Uma nova cultura, costumes diferentes, coisas, lugares e pessoas diversos para ver e conhecer. Mas não deixe que a euforia pela primeira viagem internacional te faça se esquecer do que é preciso organizar para que esse grande sonho, de fato, seja uma realidade.

E é justamente para ajudar você a colocar as ideias no lugar e planejar a sua viagem que preparamos este post: a gente vai te mostrar 4 super dicas para decolar para o mundo com segurança! Anote aí:

1. Programe a primeira viagem internacional com antecedência

Quanto antes você planejar o seu passeio, melhor para o seu bolso. Claro que não precisa fazer isso com vários anos de antecedência, porém, tenha em mente que o ideal é começar a arquitetar o seu passeio entre 1 ano e 6 meses antes da viagem.

Quanto mais próximo da data em que você pretende viajar, mais caras vão ficando as coisas básicas, como transporte e hospedagem. Tudo que é urgente custa mais. As passagens, então, nem se fala — elas estão entre as grandes responsáveis por encarecer viagens mal planejadas!

Fora que, para muitos destinos, é necessário tirar o passaporte e, para outros tantos, possuir visto de permanência, e, infelizmente, esse processo de documentação costuma ser bastante burocrático e demorado.

Então, fique esperto: não deixe as coisas para última hora! Comece a se planejar já!

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2. Defina um roteiro de passeios e atrações

Um lugar diferente também significa muitas opções novas de coisas a fazer. Entretanto, lembre-se de que seu tempo no país visitado é curto, pois você não está se mudando para lá. Sendo assim, é importante focar nas atrações que você mais se identifica para tirar o máximo proveito da viagem. Para isso, pesquise bastante sobre o seu destino e defina um roteiro. Desse jeito, você consegue se organizar e verificar o que é possível fazer com o seu tempo disponível.

Entretanto, durante a viagem, não fique preso totalmente ao seu roteiro. Não é possível planejar tudo. Vão existir programas que pareciam legais e, na hora, você verão que são chatos. E é nessas horas que oportunidades inesperadas poderão aparecer. Então, a organização é essencial, mas ser flexível é o segredo para aproveitar todos os momentos do passeio.

3. Estabeleça um orçamento adequado para planejar sua primeira viagem internacional

Sabemos que não é só o tempo disponível que limita nossas opções de viagem. Além disso, um grande entreve (senão o maior!) é o orçamento. Afinal, uma viagem para o exterior demanda custos diversos.

Sabendo disso, esteja preparado para encarar as contas de frente. Montando o seu roteiro e se organizando antecedência, você tem tempo de se planejar financeiramente para não passar perrengues durante a viagem ou ter que correr a medidas emergenciais, que podem gerar taxas altíssimas.

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4. Não se esqueça dos documentos

Com o plano da primeira viagem internacional em mãos, chega a hora de você organizar os seus documentos para partir para o mundo. Lembra que falamos sobre as solicitações de passaporte e vistos lá no início do artigo? Então, não custa reforçar: entre com o pedido bem antes do seu embarque e, então, na hora de viajar, certifique-se de que todos estarão com você.

Além dos documentos básicos, outra requisição importante que pode ser cobrada no seu destino é o Certificado Internacional de Vacinação. Esse é um documento que comprova, segundo os padrões internacionais, todas as vacinas que você já tomou. O processo para tirar o certificado não costuma ser demorado, mas é sempre bom fazer isso com antecedência para não ter surpresas nos dias que antecedem o seu passeio. Tire logo o seu na Anvisa.

Gostou das dicas sobre como planejar a primeira viagem internacional? Ficou com alguma dúvida? Tem mais alguma ideia que possa ajudar outros viajantes? Deixe um comentário aqui no post e compartilhe sua opinião com a gente!

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